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9 de mai. de 2013

Profissionais de TI que sabem gerenciar são disputados pelas grandes empresas.

O mercado de profissionais que trabalham com tecnologia no Brasil está mais aquecido do que nunca. O setor de software, por exemplo, emprega 1,3 milhão de pessoas e até 2020 tem estimativa de contratar mais 750 mil trabalhadores. Essas informações positivas, no entanto, não são o bastante para quem deseja alcançar altos cargos nas grandes empresas multinacionais.
Para Carlos Alberto Sacco, diretor de marketing da ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), é necessário que o profissional tenha habilidades que vão além do conhecimento técnico. “Alguns profissionais preferem apenas conversar com as máquinas. Afinal, elas não são temperamentais, não faltam ao trabalho, não chegam atrasadas. Mas também é necessário ter habilidade para se comunicar com as diferentes equipes da empresa para entender a característica de negócios da companhia” afirma.
Na visão de Sacco, o profissional de tecnologia que busca alcançar um posto de destaque dentro de uma companhia deve saber trabalhar em equipe e estar sempre focado nos resultados dos clientes. “O jovem que sai da faculdade com essas qualidades passa a ser disputado pelas grandes empresas de tecnologia como um jogador de futebol que sai de um time pequeno e começa a receber propostas da Europa.”
Entre o leque de possibilidades na carreira de um profissional de TI, os setores de administração de redes e banco de dados continuam em alta. No entanto, o diretor de marketing da ABES reitera que é necessário ir além da linguagem “0-1”. “Quem domina o business inteligence e é capaz de associar a linguagem técnica com a de negócios acaba sendo mais requisitado.”
Quanto às habilidades técnicas, Sacco destaca dois tipos de profissionais que costumam ser bastante visados pelo mercado: os que trabalham com linguagem Java e aqueles especializados em solução de negócios SAP CRM, software focado em marketing, vendas e serviços.
Aliás, muitas empresas realizam uma verdadeira “caça” a talentos para preencherem vagas de setores estratégicos que não costumam atrair a atenção dos recém-formados. Costumam sobrar vagas, por exemplo, para técnicos que trabalham com mainframes, computadores de grande porte destinados a processar um volume gigantesco de informações.
“Pessoas mais velhas, que já estavam próximas da aposentadoria, precisam voltar ao mercado para trabalhar com os mainframes porque os jovens não estão dispostos a isso. Afinal de contas, esse computador não tem um apelo gráfico igual ao desenvolvimento de um aplicativo para iPhone, por exemplo”, afirma Sacco.
Ao final deste mês, a Abes irá lançar uma plataforma de divulgação de vagas em áreas de tecnologia para estudantes do ensino superior. O objetivo da entidade é manter os futuros profissionais em contato com as empresas do mercado brasileiro.

Fonte: Info.

8 de mai. de 2013

Senai abre inscrições para cursos de tecnologia.

O Senai de São Paulo está com inscrições abertas até o dia 23 de maio para cursos superiores de tecnologia em 15 faculdades da rede. As unidades estão localizadas nas cidades de Campinas, Osasco, Taubaté, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, Sorocaba e São Paulo.
As inscrições para o processo seletivo podem ser realizadas no site do Senai ou nas unidades da instituição, sendo necessário o pagamento de uma taxa de 53 reais em rede bancária. 
A prova será realizada no dia 9 de junho, um domingo, das 13h às 18h. Serão 70 questões de múltipla escolha que abordarão as disciplinas de língua portuguesa e literatura, inglês, matemática, física, química, biologia, história e geografia. A lista de aprovados será divulgada no dia 1º de julho. 
Para os estudantes que contam com um rendimento familiar per capita de até três salários mínimos, o Senai oferece um programa de financiamento estudantil, em que o aluno se compromete a pagar, após seis meses de formado, o equivalente à mensalidade em vigor.  Os estudantes também podem solicitar bolsas de estudo por meio de monitorias ou iniciação científica, que possibilitam descontos de 38% nas mensalidades. 
 
Confira os cursos oferecidos pelo Senai:
Tecnologia em Produção Gráfica (46 vagas/ noturno) – Mooca (Capital) 
Tecnologia em Mecatrônica Industrial (80 vagas/noturno) – São Caetano do Sul 
Tecnologia em Processos Ambientais (40 vagas/ noturno) – São Bernardo do Campo 
Tecnologia em Produção de Vestuário (40 vagas/ noturno) – Brás (Capital) 
Tecnologia em Polímeros (40 vagas/ noturno) – São Bernardo do Campo 
Tecnologia em Automação Industrial (40 vagas/ noturno) – Vila Leopoldina (Capital) 
Tecnologia em Fabricação Mecânica (40 vagas/ noturno em Taubaté), (40 vagas/ noturno em Campinas), (40 vagas/noturno em Sorocaba)
Tecnologia em Processos Metalúrgicos (40 vagas/ noturno) - Osasco
Tecnologia em Eletrônica Industrial (40 vagas/ noturno) – Vila Mariana (Capital) 
Tecnologia em Alimentos (40 vagas/noturno) – Barra Funda (Capital) 
Tecnologia em Mecânica de Precisão (40 vagas/noturno) – Santo Amaro (Capital) 
Tecnologia em Sistemas Automotivos (40 vagas/noturno) – Ipiranga (Capital) 
Tecnologia em Manutenção Industrial (40 vagas/noturno) – Brás (Capital) 

Fonte: Info.

29 de abr. de 2013

Projetor do Xbox 720 é detalhado em novo vídeo

O IllumiRoom, periférico que projeta imagens de games além da tela e está em desenvolvimento na Microsoft, foi detalhado em um novo vídeo publicado nesta segunda-feira (29) no YouTube.
O vídeo mostra que o IllumiRoom usa o aparelho Kinect, para reconhecer as dimensões da sala, e um projetor para expandir a experiência gráfica dos jogos para a parede. Nas palavras da própria Microsoft, trata-se de fato de um aparelho destinado a um "console da próxima geração" - ou seja, o aguardado Xbox 720.
De acordo com o vídeo, o IllumiRoom ficaria posicionado em uma mesa à frente do sofá na sala de estar. Após ser acionado, ele escaneia o espaço da sala e a posição do monitor para estabelecer onde as imagens serão projetadas.
Segundo o vídeo, a intenção é que o IllumiRoom crie uma "experiência genuinamente imersiva", possibilitando que explosões. fatores climáticos e outros elementos do jogo extrapolem a tela e apareçam num campo de visão muito maior.
Um dos jogos usados para demonstrar a nova tecnologia foi o clássico Portal, da Valve.
A expectativa é que a Microsoft revele tudo a respeito do IllumiRoom em um evento nesta terça-feira (30) em Paris. O periférico ainda não deve ser confirmado para o próprio Xbox 720, já que a empresa deve revelar o próprio console apenas no dia 21 de maio, em evento fechado para a imprensa.

Veja a seguir o vídeo demonstrativo do IllumiRoom:



Fonte: Info.

28 de abr. de 2013

4 lições da série The Walking Dead sobre investimentos.

O que uma série sobre um apocalipse zumbi pode ensinar sobre investimentos? Segundo o Wall Street Journal, muita coisa pode ser aprendida, já que investir no meio dessa crise não é muito diferente do que sobreviver entre os mortos-vivos.
Os gestores de investimentos e também fãs da série, Jim O´Shaughnessy, da O´Shaughnessy Asset Management, e John Schwinghamer, da ScotiaMcLeod, elaboraram quatro lições que os zumbis podem ensinar aos investidores.

1- Não brinque com zumbis - Na segunda temporada, o jovem Carl Grimes cruza com um zumbi preso na lama. Ao invés de correr, Carl brinca com ele. Claro que o zumbi acaba se desvencilhando da lama, quase devora o menino e cria confusão pelo caminho.
No mercado: muitas empresas são como zumbis presos na lama, elas estão se mexendo, mas com as luzes apagadas. Essas são as empresas que diluem os ganhos, focam no crescimento de receita e não fazem nenhum favor para os investidores.

2- Não espere uma má ideia virar boa - Também na segunda temporada, quando Sophia é perseguida pela floresta por zumbis, todos passam uma enorme quantidade de tempo procurando por lá, quando já era claro que ela não teria sobrevivido por tanto tempo sozinha. Eventualmente, ela é encontrada, mas como uma pequena zumbi.
No mercado, a Blackberry é o exemplo de empresa em que os acionistas vem sofrendo na esperança da virada. Os bons momentos da empresa estão no passado, mas por algum motivo, os investidores acreditam que ela vai dar a volta por cima.

3 - Não confie em que fala suave - Na série, os sobreviventes atordoados que vão para a cidade de Woodbury são traídos pelas promessas do governador, um homem que acaba se mostrando terrível e dispara contra a maioria da cidade quando desafiam suas ordens.
No mercado, muitas escolhas de investimento são feitas baseadas numa apresentação carismática. Existem estratégias que parecem boas no curto prazo, mas começam a falhar quando testadas no longo prazo.

4- A sorte ajuda às vezes, mas a inteligência é mais confiável  - Há uma grande participação da sorte envolvida em sobreviver de um apocalipse zumbi, mas aqueles que sobrevivem por mais tempo, como Rick, Tyreese ou Michonne se apoiam mais em sua inteligência do que na sorte.
É muito difícil distinguir entre o que é sorte e que foi resultado de uma estratégia habilidosa. Em todo caso, os investidores precisam estar conscientes do processo. Um mau processo pode levar a um bom resultado, mas o que acontece com mais frequência é que um bom processo leva a um bom resultado, e um mau processo a um mau resultado. Tudo precisa ser baseado em evidências.

Fonte: Info.

24 de abr. de 2013

Mozilla inicia vendas de smartphones com Firefox OS.

A Mozilla anunciou nesta terça-feira (23) o início das vendas para desenvolvedores dos smartphones com sistema Firefox OS.
Os aparelhos, fabricados pela Geeksphone em parceria com a Telefônica, são modelos prévios, desbloqueados e trazem atualização periódica com a versão mais recente do Firefox OS.
O sistema operacional Firefox OS, antes conhecido como Boot to Gecko, é baseado em padrões de código aberto, com aplicativos construídos em HTML5, CSS3 e Javascript.

A intenção da Mozilla é liberar primeiramente os hardware para que os desenvolvedores possam testar e criar aplicações para o novo sistema.
Serão dois os modelos vendidos. O primeiro aparelho, de codinome Keon, traz tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480 x 320 pixels, processador de um núcleo QUalcomm Snapdragon S1 de 1GHz, 512MB de RAM, 4GB de armazenamento interno, conectividade Wi-Fi e câmera de 3 megapixels.
Já o modelo Peak traz algumas melhorias em relação ao Keon como tela sensível ao toque de 4,3 polegadas e resolução de 960 x 540 pixels, processador dual-core Snapdragon S4 e câmera traseira de 8 megapixels e frontal de 2 megapixels. A memória RAM e a armazenagem são iguais ao outro modelo.
O aparelho Keon está disponível para compra por 91 euros, mais as taxas e a entrega. O modelo Peak é vendido por 149 euros, mais taxas e entrega.
Segundo a Mozilla, qualquer desenvolvedor interessado pode adquirir um dos aparelhos por meio da página do Geeksphone. As entregas serão feitas para qualquer parte do mundo.
No entanto, alguns sites dos Estados Unidos relatam que os aparelhos já estão esgotados. Além disso, a página de compras do Geeksphone segue fora do ar. INFO entrou em contato com a Mozilla para confirmar se essa informação procede. Atualizaremos a nota com estas informações em breve.


Fonte: Info.

6 de abr. de 2013

Zuckerberg vira professor de escola primária.

Fora da maior rede social do mundo, o bilionário Mark Zuckerberg resolveu assumir um lugar à frente do quadro-negro. Em entrevista à Wired, o co-fundador e CEO do Facebook afirmou que virou professor de uma escola primária em East Menlo Park, na Califórnia. Como se sabe, a sede do Facebook foi transferida para a região em 2011.
Sem especificar quando iniciou a empreitada, Zuckerberg explicou que dá aulas de empreendedorismo uma vez por semana. "Toda terça-feira nós revisamos uma habilidade específica e cada grupo desenvolve um projeto paralelo", afirmou à publicação. "Depois que o curso terminar, os alunos virão ao Facebook para vender os produtos que fizeram, como se estivessem divulgando-os de verdade".

Na entrevista, Zuckerberg não deu detalhes sobre a instituição. Mas no fim de janeiro, o jornal Mercury News, que circula no Vale do Silício, divulgou uma reportagem sobre sua atuação como professor-convidado na escola Boys & Girls Club, depois do período normal de aulas.
"É uma experiência incrível para as crianças", disse o diretor do colégio, Peter Fortenbaugh. "Trata-se de um homem de negócios dos mais empolgantes passando tempo com elas", concluiu.
Ontem, Zuckerberg apresentou ao mercado a interface do Facebook para Android. Com uma fortuna avaliada pela Forbes em 13,3 bilhões de dólares, o empresário é o 66º homem mais rico do mundo.

Fonte: Info.

1 de abr. de 2013

'Lei Carolina Dieckmann' entra em vigor amanhã; entenda o que muda.

Dezoito anos depois de a internet ser apresentada aos brasileiros, o país finalmente reconheceu que alguns crimes podem ser cometidos no ambiente proporcionado pela rede. A partir desta terça-feira, dia 2 de abril de 2013, o Código Penal passa a contar com artigos que tipificam os chamados "delitos informáticos" e instituiu penas para quem cometer esses atos.
Amanhã entra em vigor a Lei 12.737 de 2012, que propunha as alterações ao Código. É a chamada "Lei Carolina Dieckmann" - apelidada assim por coincidir com um vazamento de fotos íntimas da atriz.
A lei não tem relação direta com o caso da artista, ela é resultado de anos de discussões políticas. Mas surgiu, pelas mãos do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), principalmente como alternativa à "Lei Azeredo" (PL 84), que apesar de dispor sobre o mesmo tema, vinha sendo considerada perigosa para a liberdade do usuário da rede.

Mudanças

O que muda é que o Decreto-Lei 2.848 de 1940 (o Código Penal) agora possui tópicos sobre violação de equipamentos e sistemas - sejam eles conectados ou não à internet - com intenção de destruir dados ou informações, ou instalar vulnerabilidades.
Também são instituídas penas, que nos casos menos graves, como "invasão de dispositivo informático", varia de três meses a um ano de prisão e multa.

Já os mais sérios, como invasão para obter “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas”, podem render de três meses a dois anos de prisão, além da multa. É considerado grave divulgar, comercializar ou transmitir o conteúdo.

"O ponto positivo disso é o fechamento de uma lacuna", disse ao Olhar Digital o advogado especializado Renato Opice Blum, em relação ao fato de que até hoje não existiam menções ao universo virtual em nosso sistema penal. "A invasão nem era uma conduta criminosa."

Problemas

Por serem crimes que dependem de perícia, os descritos na lei precisam da máquina policial, o que não é boa ideia, na opinião do jurista e cientista criminal Luiz Flávio Gomes. "A polícia só descobre 8% dos homicídios no Brasil, então ela tem de ser mantida longe dos crimes de informática. Ela não tem estrutura para isso. O Instituto de Criminalística de São Paulo está um caco! A polícia não tem como atuar agora com a internet", declarou ele, em evento da Fecomercio.

O jurista apontou a existência de 104 termos delicados no texto. Estão entre eles "invasão de dispositivo informático", "mecanismo de segurança", "vulnerabilidades", "interrupção" e "perturbação". Ao ser enquadrado com base na lei, o acusado pode questionar cada um dos pontos, atrasando o processo.

Como o texto descreve que está encrencado quem invadir dispositivo "mediante violação indevida de mecanismo de segurança", se seu computador não tiver antivírus ou senha, você pode ser desqualificado pela lei. Não ficou claro o que aconteceria no caso de um aparelho cujo bloqueio é automático e ocorre após um tempo específico: se alguém pegar seu celular e, antes do travamento, fizer cópias das fotos contidas no aparelho, será que essa pessoa pode ser considerada criminosa?

Paulo Teixeira defendeu recentemente que, em se tratando de tecnologia, seria praticamente impossível não aparecerem termos problemáticos. "E a tecnologia muda a todo instante, por isso precisávamos de termos mais genéricos."

Fonte: Olhar Digital.


29 de mar. de 2013

Kim Dotcom libera aplicativo mobile do Mega em HTML.

O empresário alemão Kim Dotcom segue o processo de expansão do Mega, serviço de armazenamento sucessor do falecido Megaupload. O site ganhou um aplicativo web para mobile, que permite a interação com os arquivos pelo navegador dos smartphones e tablets.

Por ter sido lançado recentemente, esta versão do serviço ainda está em fase beta. Por meio de seu perfil no Twitter, Dotcom pediu aos usuários que reportem possíveis bugs pelo e-mail bug@mega.co.nz

Segundo Dotcom, aplicativos específicos já estão sendo desenvolvidos e devem ser lançados em breve. Também está a caminho um cliente do serviço para desktops.

Fonte: Olhar Digital.

28 de mar. de 2013

Google inicia serviço de entregas nos EUA.

Confirmando os rumores de que estaria próximo de lançar um serviço de entregas similar ao da Amazon, o Google iniciou os testes de seu novo serviço na região de São Francisco.
O novo serviço, batizado de Shopping Express, faz uma parceria com as empresas Target, Walgreens, Staples, American Eagle, Toys’R’Us, alguns cafés locais e lojas independentes, e promete entregas no mesmo dia.
Os interessados em participar no serviço teste do Google podem se escrever no site do Shopping Express e poderão usar as entregas no mesmo dia de forma ilimitada e gratuita durante os primeiros seis meses.
O serviço do Google indexa os produtos disponíveis nas lojas parceiras e as disponibiliza para compra por meio do próprio site do Google. Os usuários podem então solicitar a entrega e receber os produtos no mesmo dia.
Os primeiros rumores sobre o novo Shopping Express surgiram este ano, quando foi divulgado que o Google pretendia cobrar US$ 69 pela assinatura anual do serviço.
De acordo com um comunicado oficial do Google, a empresa pretende ampliar os testes para outras regiões em breve, mas que por enquanto somente os residentes da cidade de São Francisco e da península de San Mateo a San Jose é que poderão se cadastrar no serviço de testes do Shopping Express.

Fonte: Info.

27 de mar. de 2013

Nexus 4 já está esgotado nas lojas online do Brasil.

As vendas do Nexus 4 começaram na manhã desta quarta-feira, 27, no Brasil e parece que o smartphone agradou - apesar do preço 'salgado' de R$ 1,7 mil. As duas lojas onlines que estavam vendendo o produto já estão com o estoque esgotado.

A Fast Shop foi uma das lojas escolhidas para revender o aparelho no país, mas a partir das 14h30 já não oferecia mais o aparelho. Os estoques do Ponto Frio duraram um pouco mais, mas a página também já mostra o celular como indisponível desde as 16h.

Vale lembrar que o esquema de distribuição do novo smartphone do Google no Brasil está bastante restrito. Inicialmente ele será vendido apenas nestas duas lojas, exclusivamente para clientes de São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda não há previsão quanto a extensão para outros estados.

É provável que o número escasso de aparelhos seja reflexo dos problemas na cadeia de produção e distribuição do modelo. Mundialmente, a LG e o Google sofrem com esta mesma dificuldade de suprir a demanda pelo aparelho. As duas empresas já trocaram acusações; a coreana afirma que a culpa é do Google, por subestimar a demanda, enquanto do outro lado, a companhia americana acusa a LG de não conseguir produzir no ritmo adequado.

Fonte: Olhar Digital.

25 de mar. de 2013

Facebook adiciona previsão do tempo em eventos.

O Facebook adicionou um novo recurso que permite inserir informações sobre o clima na rede social.
Quando o usuário criar um evento na rede, estará disponível a opção “Weather”, que mostra a previsão do tempo para a determinada data.
O recurso foi desenvolvido em parceria com o site Weather Undergound. Segundo o site Tech Crunch, a ideia inicial foi apresentada no Hackathon promovido pela empresa. O Hackathon já é uma tradição no Facebook e envolve programadores e outros profissionais para a colaboração de novas ferramentas para a rede social.
O serviço ainda não está disponível para todos os usuários -  como os brasileiros. Assim que estiver disponível, basta clicar em Eventos no lado esquerdo da página do Facebook. Ao criar o novo evento, uma das opções disponíveis será a de previsão de tempo. É possível desabilitar a ferramenta, caso necessário.
 
Fonte: Info.

22 de mar. de 2013

Brasil atinge 263 milhões de celulares em Fevereiro.

O Brasil terminou fevereiro com 263,043 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, o que representa um crescimento de 0,3% na comparação a janeiro. Durante o mês passado, foram registradas mais de 785,75 mil novas habilitações. Essa balanço foi divulgado nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A "teledensidade" alcançou a marca de 133,25 acessos para cada grupo de cem habitantes. A unidade da federação que tem a maior teledensidade é o Distrito Federal, com 218,58 acessos móveis para cada grupo de cem habitantes. Ao todo, a capital do Brasil tem 5,920 milhões de celulares. A teledensidade mais baixa está no Maranhão, com 91 celulares para cada cem habitantes. No total o mercado maranhense tem 6,078 milhões de celulares.
São Paulo é o Estado com o maior número absoluto de acessos, com 63,581 milhões de celulares, resultando em uma teledensidade de 150,97 acessos móveis para cada cem habitantes.
O balanço da Anatel mostra, também, que os acessos pré-pagos são os preferidos pelos brasileiros, representando 80,27% do total (211,14 milhões). Os pós-pagos representaram 19,73% (51,90 milhões). A banda larga móvel (que pode ser pré ou pós-paga) já alcançou 65,68 milhões de acessos.
Na divisão de mercado, a liderança foi obtida pela Vivo, com 75 838 milhões de acessos (28,83%). Em segundo lugar ficou a TIM, com 70,696 milhões de celulares (26,88%). A terceira colocação foi ocupada pela Claro, com 66,070 milhões (25,12%). A Oi ficou em quarto lugar, com 49,520 milhões (18,83%). A Anatel cita também CTBC, Sercomtel e Portoseguro, que, juntas, representaram 0,34% do mercado ao final de fevereiro.

Fonte: Info.

21 de mar. de 2013

E-commerce brasileiro deve crescer 24% neste ano, diz e-bit.


As vendas no comércio eletrônico brasileiro devem atingir 28 bilhões de reais neste ano, quando o segmento pode superar 50 milhões de consumidores, conforme projeções traçadas nesta quarta-feira pela empresa especializada em dados do setor, e-bit.
"A tendência é que o ano apresente resultado melhor que 2012 em virtude da retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como tablets e smartphones", afirmou a e-bit.
A previsão para 2013 representa crescimento de cerca de 24 por cento sobre os 22,5 bilhões de reais faturados em 2012, excluindo serviços e ofertas em sites de compras coletivas, por exemplo.
O número de consumidores virtuais também deve saltar neste ano, superando 50 milhões de pessoas, segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti. Atualmente, 42,2 milhões de consumidores já realizaram uma compra online no Brasil.
O resultado do ano passado foi impulsionado pelo desempenho de vendas no segundo semestre, que concentrou datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal --data mais importante para o varejo, cujo faturamento do comércio eletrônico de 2012 atingiu 3,06 bilhões de reais.
Além disso, houve a edição brasileira da Black Friday, cujas vendas somaram 243,8 milhões de reais em 24 horas.
No ano passado, o setor de eletrodomésticos liderou as vendas online, com 12,4 por cento do total, seguido por moda e acessórios (12,2 por cento) e saúde, beleza e medicamentos (12 por cento). "O segmento de moda e acessórios vem crescendo muito rapidamente... assim como saúde, beleza e medicamentos também vem ganhando participação", disse Guasti.
Em uma análise mais ampla, na qual a e-bit consolidou o desempenho de todo o comércio digital, o faturamento totalizou 49,7 bilhões de reais em 2012, abrangendo vendas de passagens aéreas, ingressos, turismo, market places (locais destinados ao comércio de bens e serviços, como o site Mercado Livre) e em sites de compras coletivas, além das vendas de bens de consumo, que somaram 22,5 bilhões.
Em todo o ano passado, os sites de compras coletivas tiveram faturamento de 1,65 bilhão de reais, alta de 8 por cento ante 2011. Já as vendas de passagens aéreas, turismo e ingressos alcançaram 18,9 bilhões de reais, enquanto a comercialização em market places somou 6,58 bilhões.
Tíquete médio cai - Em sentido contrário ao desempenho das vendas, o tíquete médio no comércio eletrônico diminuiu no ano passado em relação a 2011, passando de 346 para 342 reais.
"O tíquete médio é alavancado pelas categorias de eletroeletrônicos, informática e telefonia", disse Guasti. "Quando outras categorias emergentes ganham espaço, o tíquete médio cai, mas isso não é ruim", acrescentou, referindo-se a itens de consumo recorrente, como vestuário e acessórios.
A estimativa é de que o tíquete médio fique em 350 reais neste ano. Guasti também destacou a relevância da isenção de frete por parte das varejistas como forma de favorecer as vendas. "O frete grátis continua sendo o grande alavancador de vendas", afirmou.
Dos 66,7 milhões de pedidos realizados em 2012, 54 por cento tiveram frete grátis, gerando uma economia de 1,09 bilhão de reais aos bolsos dos brasileiros. Em contrapartida, os 46 por cento dos pedidos restantes resultaram em custo adicional de 932,1 milhões de reais aos consumidores, segundo a e-bit.

Fonte: Info. 

19 de mar. de 2013

A evolução da Computação em Nuvem e o futuro da TI - por Cezar Taurion


Acompanho de perto a evolução da computação em nuvem e, realmente, de 2009, quando escrevi um livro sobre o assunto,  para hoje, dá para ver nitidamente um amadurecimento do seu conceito. Já vemos aqui e ali experiências positivas que servem de best practices, além de insights bem interessantes para uso inovador desse modelo. Nas conversas com CIOs, também fica claro que uma parcela significativa deles já compreende (e absorveu a ideia) que cloud vai trazer mudanças nos papéis e responsabilidades de TI.
Os medos e os receios iniciais, o velho FUD (Fear, Uncertainty and Doubt), que sempre acompanha as mudanças tecnológicas, vem sendo pouco a pouco eliminados, à medida que cloud é mais bem compreendido.
A visão inicial de cloud focado na redução de custos começa a ser ampliada e já vemos casos de seu uso de forma inovadora, criando novos negócios ou gerando oportunidades de negócio que o antigo paradigma de TI não permitia. Na prática, à medida que cloud for se disseminando, o fator redução de custo terá menos importância, uma vez que as empresas estarão usando esse modelo de forma natural, como hoje usamos o cliente-servidor. Os fatores que impulsionarão cloud serão flexibilidade e velocidade no time-to-market, fundamentais no cenário altamente competitivo do século XXI. Criar um novo negócio sem precisar montar uma cara infraestrutura de TI será algo que abrirá espaço para o surgimento de novos negócios, bem como permitirá empresas já existentes explorarem novas ideias e produtos com investimentos bem menores. Em vez de capital financeiro para bancar a infra tecnológica, o eixo da competição vai se deslocar para o capital intelectual.
O papel de TI é afetado. Com provedores externos cuidando da infraestrutura tecnológica (em nuvens públicas ou mesmo privadas), as áreas de TI podem concentrar seus esforços e energia na inovação, gerando novas oportunidades de negócio. Portanto, a TI, livre da âncora de cuidar de tarefas de zero valor agregado, como instalar uma nova versão de sistema operacional ou um novo release de banco de dados, vai se concentrar nos aspectos mais importantes do negócio. Os profissionais dessas funções operacionais vão se concentrar nos provedores de TI ou nas grandes empresas que manterão dentro de casa suas nuvens privadas. Outro setor que será muito afetado serão os atuais VAR (Value Added Reseller), que vivem de comprar hardware mais barato e vendê-los com alguma margem adicional para seus clientes. Os grandes provedores de nuvem comprarão servidores em grandes lotes, indo diretamente aos fabricantes. As empresas de pequeno e médio porte, no fim da década, estarão comprometidas com as nuvens, não mais adquirindo servidores  físicos. Suas aquisições serão mais e mais exclusivamente de servidores virtuais.
Essas transformações já estão ocorrendo. A IBM, por exemplo, ajudou a implementar mais de 3.500 nuvens privadas em todo o mundo. O domínio de TI passa de hardware e sua posse para o mundo do software. Cloud, na verdade, transforma hardware em software… O desafio para a área e os executivos de TI é conseguirem se adaptar rapidamente a essa inevitável transformação e assumirem a liderança do processo. A migração do ambiente on-premise para cloud é um caminho sem volta e, se a TI não assumir papel estratégico e preponderante, o resultante poderá afetar de forma negativa a empresa.
Mas a adoção de cloud tem desafios, e a área de TI deve entender claramente os riscos envolvidos. Os exemplos lidos na mídia especializada nem sempre são válidos para todas as empresas. O nível de maturidade da organização para adotar a computação em nuvem é um fator de grande relevância. Dependendo da indústria, proatividade da estratégia do negócio, seu posicionamento no mercado e mesmo a infraestrutura disponível no seu país, o ritmo de adoção de cloud vai se tornar único para cada empresa.
Portanto, a estratégia de adoção de cloud deve extrapolar a TI. Envolve o negócio em si. TI deve definir a arquitetura tecnológica, orientar a migração, definir best practices e poliíicas de adoção e uso de cloud. TI deve sair do paradigma de controlador para advisor.
Um exemplo: quando cloud surgiu, discutiu-se muito as questões de segurança. Na minha opinião muito mais FUD que realidade, uma vez que um data center de um provedor de grande porte de nuvem tem muito mais recursos de segurança que a maioria dos data centers das empresas. Agora o eixo da discussão começa a se deslocar para interoperabilidade, definição de padrões abertos e adoção de best practices de governança em nuvens. Interoperabilidade porque com certeza em um horizonte previsível a maioria das grandes empresas vai ter seu workload em nuvens privadas, mais de uma nuvem pública e em sistemas on-premise. Como interoperar esse ambiente? A TI deverá ter essa resposta!

Fote: iMasters - autor Cezar Taurion

18 de mar. de 2013

Bancos perdem R$ 3,1 bi com fraudes eletrônicas.

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, os dez maiores bancos do Brasil perderam, no ano passado, cerca de 3,1 bilhões com fraudes eletrônicas.
O estudo engloba fraudes por meios eletrônicos, desvios de dinheiro, assaltos em agências e sumiço de dinheiro dentro dos próprios bancos. Contudo, o estudo – publicado na Folha de S.Paulo – revela que os crimes digitais são responsáveis pela maior parte do dinheiro subtraído dos bancos.

Segundo a Accenture, as ações eletrônicas são divididas. Tem os ladrões que estouram os caixas automáticos para pegar o dinheiro em papel, falsificadores que clonam cartões de créditos e débitos e, ainda, crackers que capturam dados de internautas. Esses últimos usam vírus, programas espiões e até páginas falsas para interceptar os dados bancários dos clientes.
No entanto, nos últimos anos, um novo tipo de ataque ganhou força. Criminosos grampeiam os telefones dos clientes e, durantes as chamadas de voz feitas para os call centers dos bancos, eles capturam as informações bancárias. Depois, fazem uma ligação para o banco e usam os dados obtidos pelas gravações ilegais, diz a Accenture, para efetuar os crimes.
Os crimes eletrônicos, diz a empresa, são feitos por quadrilhas especializadas, de dentro e fora do país. Elas contam com especialistas em tecnologia que exploram todas as brechas de segurança, tanto dos bancos quanto dos clientes.
Segurança – Os bancos brasileiros investem uma fortuna em tecnologia. Grande parte do dinheiro vai para o desenvolvimento de sistemas que fortalecem a segurança no meio eletrônico.
No ano passado, os bancos gastaram cerca de 20 bilhões com tecnologia. Cerca de 4 bilhões foram para proteger os bancos das fraudes eletrônicas. Segundo o estudo, a preocupação dos bancos torna o meio digital bastante seguro. Além disso, os investimentos tornam os bancos nacionais tão protegidos quanto os estrangeiros.
Apesar dos problemas de fraudes, as operações eletrônicas na web são seguras se os clientes usarem as tecnologias de proteção repassadas pelos bancos, como os geradores de chaves de acesso (tokens).

Fonte: Info.

15 de mar. de 2013

Entenda por que o T-commerce não saiu do papel.


Em operação no Brasil desde 2007, a televisão digital ainda está longe de ter seus recursos explorados ao máximo. Mas não faltam projetos. A Fundação CERTI, instituto de pesquisa vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolveu, ainda em 2009, um projeto de comércio por meio da TV - o T-Commerce. Segundo os pesquisadores, o sistema ainda não foi colocado em prática pela penetração pequena dos aparelhos digitais nas residências brasileiras e pela falta de alinhamento entre emissoras, fabricantes e governo para a concepção de um modelo de negócios.

A aplicação foi pensada com base no padrão de middleware Ginga, desenvolvido para gerenciar as funções de interatividade do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). O coordenador da área de Televisão Digital e Sistemas Embarcados da Fundação CERTI, Andrei Biscaro, explica que o sistema permite que sejam oferecidos produtos de diversas categorias, durante programas ou até mesmo comerciais. "Uma vez que o produto chama a atenção do usuário, ele pode buscar mais informações e consegue efetivar a compra", detalha Biscaro. Essas informações chegam ao aparelho pelas ondas de radiofrequência. Mas, para que o usuário conclua a operação, a televisão deve estar conectada à internet, seja por cabo, wi-fi ou modem, conforme o modelo do dispositivo.

A exposição dos produtos pode ocorrer de duas formas, projeta o coordenador da Fundação. No primeiro modelo, o catálogo seria oferecido conforme a ordenação listada pela emissora, sem relação obrigatória com o conteúdo veiculado naquele momento. Outra possibilidade, especifica Biscaro, seria manter uma sincronia entre o vídeo e os produtos projetados visualmente. O vestido utilizado por uma atriz em determinada cena, por exemplo, poderia estar à venda enquanto exibido no vídeo. O coordenador assegura que o padrão adotado no País tem suporte para metadados, viabilizando a sincronia das imagens com a aplicação. "É uma das inovações do padrão brasileiro", frisa. Em ambos os modelos, contudo, a responsabilidade pelo conteúdo do catálogo de compras é da emissora.
Os métodos de pagamento disponíveis para as compras via T-Commerce são semelhantes aos oferecidos por um site, observa o professor do Departamento de Informática e Estatística da UFSC, Frank Siqueira, que participou do desenvolvimento do projeto na época. Poderiam ser utilizados na operação cartões de crédito ou contas em integradoras (como o PayPal).
Falta de acordo prejudica implementação do sistema.
 
Apesar do projeto estar formatado, o T-Commerce ainda não está ao alcance dos consumidores por diversos fatores. O pesquisador Bruno Cavaler Ghisi, que também fez parte do grupo da Fundação CERTI e hoje tem a própria empresa de marketing digital, ressalta que a discussão em torno do software (middleware) que permita rodar esse tipo de aplicação ainda está em andamento. "Quando se tenta padronizar algo entre um grupo, tende a demorar mais do que se alguma empresa fosse criar uma solução apenas para a sua televisão", avalia. Biscaro afirma que a penetração do Ginga nos televisores brasileiros ainda está em expansão - a obrigatoriedade do embarcamento do software em pelo menos 75% dos aparelhos fabricados no Brasil, determinada pelo governo este ano, deve ocorrer até 2013. Mesmo assim, o coordenador entende que não há movimentos para uma negociação concreta de implementação do T-Commerce.

O modelo de negócios também é um problema. Ghisi sustenta que é complexo elaborar um plano que agrade fabricantes de televisores, emissoras, geradores de conteúdos, anunciantes e outros envolvidos no processo. Para Biscaro, falta alinhamento entre as necessidades da cadeira de valores. "A tecnologia é totalmente viável, mas não adianta a emissora produzir o conteúdo e não ter estrutura para exibir isso, ou vice-versa", diz. "O projeto foi até o ponto da apresentação do potencial. Uma emissora deveria transmitir e criar um modelo de negócios", opina o coordenador da Fundação CERTI.

Um último obstáculo, lembrado por Siqueira, é a penetração da TV digital no Brasil. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), 46,8% da população tinha acesso à transmissão digital em maio de 2012. O sinal é ofertado por 102 emissoras e chega a 480 municípios (nesse levantamento, Acre e Rondônia registram cobertura digital). Com exceção de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, a TV digital se concentra nas capitais e regiões metropolitanas. Siqueira aposta no corte do sinal analógico, previsto para 2016, para alavancar a penetração da nova tecnologia no País. "Talvez ainda leve um tempo para se tornar realidade, mas a constante substituição deve ajudar", analisa.

Fonte: Terra Tecnologia.

13 de mar. de 2013

Itaú e Claro lideram queixas no Procon.


As empresas de telefonia e os bancos lideram a lista de reclamações divulgada nesta terça-feira (12) pelo Procon-SP.

Entre os três primeiros da lista, que traz as 50 empresas mais reclamadas e considera os dados de 2012, estão o banco Itaú (com 1.108 queixas), a operadora Claro (com 1.006 reclamações) e o banco Bradesco (com 976).
O Itaú é considerado o quarto maior banco do país com 24,85 milhões de clientes. Já o Bradesco ocupa a terceira colocação com 33,82 milhões de clientes. Já a operadora Claro possui 25% de participação de mercado, atrás apenas de Vivo e TIM, respectivamente.
No entanto, a listagem divulgada hoje pelo Procon ainda não gera nenhum tipo de punição para essas empresas.
“Nesta fase preliminar 79% dos casos foram solucionados. Deste total, apenas 29.697 (21%) transformaram-se em reclamações fundamentadas”, diz a fundação. Desta forma, o Procon abre um processo administrativo junto ao fornecedor.

Ranking – A presença de bancos e operadoras de telefonia na lista de reclamações do Procon é constante e essas empresas são responsáveis por liderar o ranking nos últimos cinco anos.
Segundo o Procon, em 2012 foram realizados 602.611 atendimentos por meio da fundação, sendo que destes 139.066 foram encaminhadas para as empresas.
A listagem divulgada pelo Procon-SP indica as empresas que tiveram o maior número de reclamações fundamentadas (sem resolução na fase inicial do atendimento), mas não considera a quantidade de clientes de cada empresa.


Fonte: Info.

11 de mar. de 2013

Consumidor não é obrigado a comprar sistema operacional junto do PC.

Não se engane na hora de comprar um computador: você não é obrigado a utilizar um sistema operacional que o fabricante te empurra na hora da venda. Se o vendedor se recusar a oferecer uma alternativa, isso se configura como venda casada, o que é proibido em lei.

"Se a venda com o sistema operacional instalado implicar em um valor adicional e houver a imposição de que o consumidor só puder comprar com o software na máquina, isso é uma venda casada", explica Maira Feltrim Alves, assessora técnica do Procon-SP.

O cliente está protegido pelo Código de Proteção ao Consumidor neste caso. Se ele quiser ter em seu computador um sistema gratuito como o Ubuntu, por exemplo, ele não precisa pagar por uma licença do Windows. 

O primeiro passo para quem não quiser aceitar o software instalado em seu computador é insistir na negociação com o fornecedor, informando que se trata de uma prática abusiva. Caso ele não ceda, o próximo passo é procurar o Procon de seu estado, com todas as informações sobre o caso, sugere a assessora.

É uma boa ideia não aceitar a instalação da licença do software na hora de ligar o computador pela primeira vez, caso o aparelho já tenha sido adquirido. Isso facilita o processo de pedir um reembolso pelo sistema operacional indesejado.

A empresa deverá ser notificada e multada, caso não corrija a falha. Uma outra alternativa é buscar a justiça para fazer valer os seus direitos.
 
Fonte: Olhar Digital.