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28 de mar. de 2013

Google inicia serviço de entregas nos EUA.

Confirmando os rumores de que estaria próximo de lançar um serviço de entregas similar ao da Amazon, o Google iniciou os testes de seu novo serviço na região de São Francisco.
O novo serviço, batizado de Shopping Express, faz uma parceria com as empresas Target, Walgreens, Staples, American Eagle, Toys’R’Us, alguns cafés locais e lojas independentes, e promete entregas no mesmo dia.
Os interessados em participar no serviço teste do Google podem se escrever no site do Shopping Express e poderão usar as entregas no mesmo dia de forma ilimitada e gratuita durante os primeiros seis meses.
O serviço do Google indexa os produtos disponíveis nas lojas parceiras e as disponibiliza para compra por meio do próprio site do Google. Os usuários podem então solicitar a entrega e receber os produtos no mesmo dia.
Os primeiros rumores sobre o novo Shopping Express surgiram este ano, quando foi divulgado que o Google pretendia cobrar US$ 69 pela assinatura anual do serviço.
De acordo com um comunicado oficial do Google, a empresa pretende ampliar os testes para outras regiões em breve, mas que por enquanto somente os residentes da cidade de São Francisco e da península de San Mateo a San Jose é que poderão se cadastrar no serviço de testes do Shopping Express.

Fonte: Info.

5 de fev. de 2013

Pela primeira vez, e-commerce movimenta US$ 1 trilhão.

EUA seguem como país que mais investe pela internet, à frente da China.


De forma inédita, as vendas mundiais online superaram a marca do US$ 1 trilhão. O dado foi divulgado nesta terça-feira, 5, pela consultoria eMarketer e repercutido pela Cnet.
O e-commerce deverá seguir em alta. A empresa estima que o varejo digital cresca 18,3% até dezembro deste ano e eleve a receita para US$ 1,3 trilhão.

A previsão do levantamento é que a América do Norte perca para a Ásia o posto de continente que mais movimenta dinheiro pela internet. Ambos terão, respectivamente, 31.5% e 33.4% de participação sobre o valor movimentado globalmente.

Apesar disso, os Estados Unidos deverão seguir como o país mais forte. Em 2012, os norte-americanos gastaram US$ 343,4 bilhões pela internet, quantia que deverá ser ampliada para US$ 384,8 bilhões este ano. O segundo lugar é da China, com gastos de US$ 181,6 bilhões, seguida por Reino Unido, Japão e Alemanha.

Fonte: Olhar Digital.

13 de mar. de 2012

E-commerce brasileiro faturou R$ 18,7 bilhões em 2011

Setor de compras via internet cresceu 26% em relação ao ano anterior e reuniu 32 milhões de consumidores online.


Nesta terça-feira (13/03) a 25ª edição do Webshoppers - relatório semestral gratuito elaborado pela e-bit que analisa a evolução do comércio eletrônico - revelou novos números sobre o e-commerce brasileiro. De acordo com a empresa, em 2011, o comércio eletrônico no país faturou R$ 18,7 bilhões, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Ainda em 2011, cerca de 9 milhões de pessoas passaram a fazer compras virtualmente, sendo que, deste total, 61% pertenciam à classe C. Com este aumento, o Brasil possui agora cerca de 32 milhões de consumidores que compraram, pelo menos uma vez na vida, pela internet.

O estudo também revelou que o valor médio de cada compra foi de R$ 350 e que houve uma ascensão nas vendas de roupas e acessórios de moda. Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esta categoria era pouco procurada pelos internautas pela necessidade de experimentar as peças antes da compra. No entanto, os varejistas começaram a trabalhar esta questão, desevolvendo métodos alternativos para que os consumidores confirmassem o tamanho da peça, e os resultados começaram a aparecer. As Lojas Marisa são um exemplo disso. No ano passado, a varejista apresentou aos internautas um sistema que indica o tamanho adequado de cada peça, conforme as medidas do corpo do cliente. Junto do segmento de moda no ranking das cinco categorias mais vendidas também estão os eletrodomésticos, informática, eletrônicos, cosméticos e perfumaria.

O relatório ainda trouxe informações sobre o mercado de compras coletivas, que, apesar de novo, já começa a se estruturar e amadurecer. Em 2011, o número de pessoas que aderiram a essa modalidade chegou a 9,98 milhões. Foram realizados 20,49 milhões de pedidos e o faturamento ficou em R$ 1,6 bilhão. O perfil dos consumidores desse segmento também está contemplado no estudo e aponta que o público de
compras coletivas é majoritariamente feminino. "A explicação está no fato de que muitos dos produtos e serviços oferecidos são atrativos ao universo feminino. Além disso, a forte presença delas em redes sociais contribui para esse avanço", afirma a diretora de negócios da e-bit, Cris Rother.

Futuro do e-commerce

De acordo com a e-bit, em 2012, o comércio eletrônico deve continuar crescendo no mesmo ritmo de 2011. A previsão é que até o fim do ano o segmento atinja um faturamento de R$ 23,4 bilhões, o que representaria um aumento de 25% em relação a 2011.  Só no primeiro semestre, período em que historicamente acontecem 45% das vendas do ano, são esperados R$ 10,4 bilhões. No entanto, embora o mercado interno esteja aquecido, a crise na Europa e a redução no ritmo de crescimento da China podem gerar algum reflexo negativo no varejo