Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

3 de set. de 2013

Kit Kat - A nova versão do Android 4.4.

O próximo Android será uma versão 4.4 com codinome KitKat. A informação foi confirmada nesta terça-feira, 3, por Sundar Pichai, chefe da divisão do Android e do Chrome no Google. Quem esperava pelo 5.0 pode aguardar um pouco mais e se contentar com a nova versão achocolatada, que até ganhou sua estátua no prédio do Google.
Não há muitos detalhes sobre a nova versão do sistema operacional. Em sua página, tudo o que o Google diz é: “O nosso objetivo com o Android KitKat é transformar a experiência Android em algo incrível para todos.” Há um campo para se inscrever e receber em primeira-mão informações sobre a novidade.
Em sua conta no Google+, Pichai disse que acaba de voltar de uma visita aos parceiros do Android na Coreia do Sul, Taiwan e Japão. “É excitante ver alta qualidade de dispositivos com Android disponíveis agora, incluindo o Galaxy S4, HTC One, LG G2, Sony Xperias e vários outros”, comenta. O executivo ainda fala sobre os próximos smartphones, que deverão ser lançados na IFA, em Berlim. “Brinquei com eles na última semana e são realmente bons – fique ligado; temos muito mais vindo!”, escreveu.
Pichai ainda comemora mais de 1 bilhão de ativações Android e diz: “Amei e a nova estátua #AndroidKitKat e mal posso esperar pelo lançamento da próxima versão da plataforma, que será tão doce como uma barra de doce que é uma das favoritas de nosso time :)”, escreveu.
A novo apelido é uma parceria com a Nestlé, detentora da marca KitKat. Desde o lançamento do Android Cupcake, em 2009, as versões do Android vem  sendo desenvolvidas pelos engenheiros da empresa com nomes relacionados a doces, seguindo a ordem alfabética. A última versão recebeu o nome de Android Jelly Bean. A novidade de que a letra “K” será dedicada ao KitKat da Nestlé surpreende a maioria dos experts em tecnologia, que apostavam que o nome seria Android Key Lime Pie.
Para marcar a nova versão do Android KitKat, mais de 50 milhões de barras de KitKat com embalagem comemorativa estarão disponíveis em 19 mercados, inclusive Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Oriente Médio, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Uma pequena quantidade de barras de KitKat com o formato de robô também será oferecida como prêmio em mercados selecionados.
O The Verge comenta rumores de que, após a versão 4.4, finalmente o Android 5.0 deverá ser lançado sob o codinome Lime Pie.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital.

28 de ago. de 2013

Google Glass ajuda médico a consultar colegas durante cirurgia.

Há dois meses, um médico usou o Google Glass para transmitir uma cirurgia simples que ele fazia, dando pista sobre mais uma das possibilidades que os óculos inteligentes proporcionam. Agora, outro médico realizou um procedimento usando o dispositivo, mas deu um passo a mais.
O dr. Christopher Kaeding, de Ohio, nos Estados Unidos, não estava apenas filmando e transmitindo a cirurgia. Ele também se consultava com quem o assistia remotamente.
O procedimento foi feito no Centro Médico Wexner, da Universidade Estadual de Ohio, onde vários estudantes puderam acompanhar por seus laptops, assim como um dos colegas de Kaeding, com quem ele conversava durante o trabalho.
Há uma aposta de que futuramente o Glass deverá ser usado normalmente por profissionais da área da saúde. O médico pode, por exemplo, pedir a assistentes que providenciem informações ou exames adicionais sem ter de parar o que estiver fazendo.
"Para ser honesto, uma vez começada a cirurgia, muitas vezes eu me esqueci de que o dispositivo estava aqui", disse Kaeding à Fox.

Fonte: Olhar Digital.

22 de ago. de 2013

Jovens profissionais preferem Petrobras a Google.

Pesquisa realizada pela consultoria Cia de Talentos revelou que o Google é uma das principais empresas dos sonhos dos jovens. A gigante de buscas ficou em segundo lugar do ranking depois da líder Petrobras.
Entre os motivos para a escolha da empresa favorita, estão o desenvolvimento profissional (46%), boa imagem no mercado (32%) e realização (27%). A "possibilidade de inovação", citada por 23% dos entrevistados, apareceu pela primeira vez entre as principais razões.
A estatal de petróleo manteve sua posição de 2012 e é a empresa que mais apareceu no topo da lista do levantamento: sete vezes. O estudo avalia estudantes e recém-formados de 17 a 26 anos e está na 12ª edição.

Veja abaixo a lista completa e o vídeo oficial da pesquisa.

1. Petrobras
2. Google
3. Itaú
4. Vale
5. Santander
6. Nestlé
7. Odebrecht
8. Ambev
9. PwC
10. Unilever




26 de jul. de 2013

Google paga US$ 600 mil por Wi-Fi grátis em São Francisco.

O Google vai doar US$ 600 mil para a cidade de São Francisco para oferecer Wi-Fi aberta em 31 parques da cidade, um dos corações do Vale do Silício americano. A cifra, segundo o Venture Beat, vai cobrir dois anos de compra de equipamentos, instalação e manutenção - depois disso, a administração municipal assume.
Há seis anos, o Google já tentara, junto com a prefeitura de São Francisco e a empresa Earthlink, oferecer Wi-Fi gratuitamente em qualquer lugar da cidade. Mas o plano não deu certo.
"São Francisco deveria ser um líder em soluções de tecnologia para seus residentes e em melhorar a qualidade de vida deles no dia-a-dia deles", afirma o supervisor municipal Mark Farrell ao San Francisco Chronicle. "Há muitos benefícios agregados. Vai ajudar a fazer uma ponte no mundo digitalmente separado, vai dar mais poder aos moradores locais e aos grupos da comunidade que terão acesso nos parques, e vai ajudar o pessoal do Departamento de Parques e Recreação a trazer crianças para os programas de recreação, com uma internet de velocidade que as pessoas vão se chocar de saber que existe", conclui.
O projeto do Google precisa, agora, ser aprovado por diferentes órgãos da administração de São Francisco. Farrell acredita que até novembro as instalações comecem, e que a cobertura dos parques esteja disponível em abril de 2014.

Fonte: Info.


24 de jul. de 2013

Governo cobra do Google instalação de data center no Brasil.

O governo cobrou do Google, maior ferramenta global de buscas na Internet, que instale no país um data center após as denúncias de espionagem dos Estados Unidos contra cidadãos brasileiros.
O assunto foi tratado nesta terça-feira em encontro do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com o presidente do Google Brasil, Fabio Coelho.
"É importante ter data center no Brasil", disse Bernardo a jornalistas após o encontro. "Isso resolveria algumas situações."
Há duas semanas, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou convites a ministros, ao embaixador norte-americano no país e a representantes de grandes empresas da Internet para uma audiência sobre as denúncias de espionagem a cidadãos brasileiros por parte do governo norte-americano.
O convite aconteceu após o ex-prestador de serviços da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) Edward Snowden revelar programas secretos de espionagem do governo norte-americano.
A revelação gerou mal-estar com aliados europeus de Washington e descontentamento na América Latina, depois que o jornal O Globo revelou que países da região também eram alvos da espionagem norte-americana.
"A verdade é que a situação do jeito que ficou, com as denúncias do Snowden, ficou constrangedora", disse Bernardo. "É uma situação que vamos resolver no campo diplomático, mas isso afeta empresas do setor."
Segundo o ministro, Coelho negou que o Google tenha entregue ao governo norte-americano dados em massa, como foi denunciado. O executivo teria dito também que a questão financeira não é um empecilho para a instalação de um data center no país, mas sim a arquitetura da rede.
Atualmente, quando demandado pela Justiça brasileira a ceder dados, o Google argumenta que não atende o pedido porque o data center fica no exterior, disse o ministro.

Fonte: Info.

21 de jul. de 2013

Como o Google planeja dominar o mundo!

Um rumor surgiu recentemente dizendo que o Google quer criar seu próprio serviço de TV a cabo. Isso transformaria o Google de um mero proprietário de um site de vídeos por streaming em um competidor com gigantes de telecomunicações. Isso significaria que o Google teria uma indústria completamente nova para tentar dominar. E isso nos deixa com uma questão no ar: o Google já não domina indústrias demais?
A resposta para esta pergunta depende muito do seu modo de ver o mundo. O Google é uma empresa enorme, com projetos que vão desde o negócio de anúncios com o AdSense a cartografia digital com o Google Maps, além de tecnologia de consumo futurista com o Google Glass. Também há uma série de outros produtos que o Google desenvolve e você provavelmente nunca ouviu falar. (Você sabia que o Google está no mercado de comercialização de energia? É verdade!) Mas é difícil entender a escala da situação sem uma lista de tudo o que o Google faz atualmente. E esta lista está logo abaixo, para você checar. E lembre-se: essas são as coisas que sabemos.

Publicidade.

É isso que faz o Google continuar funcionando. Os pilares principais da área de publicidade do Google incluem o AdWords, os anúncios simples em texto que você está acostumado a ver em toda a internet, e o AdSense, o programa que entrega esses anúncios. Também há o AdMob, a área de publicidade móvel que o Google pretende desenvolver até chegar no mesmo nível dos outros anúncios, e o DoubleClick, a suíte de ferramentas de gerenciamento de anúncios para quem quer fazer eles funcionarem direito. Se o Google tiver que sair de algum dos negócios, certamente não será desse aqui. A publicidade é responsável por cerca de 95% de toda a receita da empresa.

Software de produtividade.

É difícil decidir como chamar as muitas soluções de software do Google, mas é seguro dizer que elas podem ser categorizadas como de produtividade. A oferta inclui tudo do Gmail, ao Google Calendar e o Docs, e cada vez mais eles se tornam a solução padrão em suas respectivas categorias. O Google chama o pacote de Google Apps e oferece uma versão gratuita para consumidores e uma paga para clientes corporativos.

Softwares de publicação.

O Google entrou no trem de auto-publicação da internet muito antes de outros grandes nomes. E isso inclui produtos como Blogger, Google Sites (antigo Jotspot) e Picasa, o site de compartilhamento online de fotos. É bem provável que, em breve, eles se tornem apenas recursos do Google+.

Sistemas operacionais.

Do lado dos desktops a oferta é o Google Chrome, o navegador que nos últimos anos assumiu uma nova vida com a chegada do Chrome OS. Combinado com os softwares de produtividade da empresa, você pode rodar praticamente tudo o que precisa no seu computador usando apenas softwares do Google. Se preferir trabalhar no seu smartphone ou tablet, o Google é o responsável pelo sistema operacional móvel mais popular do mundo, o Android.

Celulares.

Recentemente, vimos o Google sair do mundo dos pixels e começar a explorar o mercado de hardware. A ação mais agressiva da empresa foi a compra da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões em 2011. Agora estamos começando a ver os primeiros frutos deste trabalho, após o presidente do Google, Eric Schmidt, ser visto usando o Motorola Moto X na semana passada. No passado, o Google fez parcerias com empresas como a HTC para criar hardware, mas o Moto X será o primeiro smartphone totalmente feito pelo Google.

Laptops.

O plano vai além dos smartphones. O Google também entrou no mercado de laptops após lançar o seu Chromebook Pixel. O Google também trabalhou com outras fabricantes como Samsung e Acer nos seus Chromebooks (que são bem baratos), rodando o seu sistema Chrome OS.

Mapas.

É engraçado pensar nisso. O Google também é uma das empresas mais inovadoras de mapeamento do mundo. Você só precisa olhar para alguns recursos do Google Maps, como o Street View ou as direções curva-curva, ou até mesmo os mapas 3D. O Google também se apoia nas possibilidades de GPS para fazer coisas como o Panoramio, um app pouco conhecido que dá a possibilidade dos usuários enviarem suas fotos com os dados de geolocalização incluídos nela. Se muita gente fizer isso, o Google poderá efetivamente criar um modelo 3D de todo o planeta. Muita gente precisaria enviar as fotos, no entanto. Até lá, temos o Google Earth para nos mostrar como são as coisas por aí. Além do Google Mars.

Vídeos online.

Em uma palavra: YouTube. O Google é o orgulhoso proprietário do maior site de vídeos do mundo, onde há muito mais do que clipes de como se maquiar ou crianças caindo do skate. O site agora recebe conteúdo original profissional de centenas de empresas diferentes, incluindo The Onion, The Wall Street Journal e Vice. Caso o Google avance nas suas iniciativas de TV a cabo, vai ser interessante ver como essas incontáveis horas de conteúdo do YouTube vão se encaixar na equação.

Compras.

O Google Play parece apenas mais uma loja de apps, mas com o tempo, o Google pretende vender todo o tipo de coisa por ali. Além de apps, já é possível comprar músicas, livros, revistas, filmes e até dispositivos. E com livros didáticos a caminho do Google Play, não vai demorar muito até a loja começar a oferecer um pacote completo para educação também.

Pagamentos.

Não seria nada fácil comprar coisas em um site do Google se o Google também não oferecesse uma forma de pagamento. E o Google tem um sistema de pagamento. Conhecido anteriormente como Google Checkout, o Google Wallet é um sistema de pagamento que cada vez se torna mais disponível em diversos tipos de estabelecimentos. O Google Wallet usa dados dos seus cartões de crédito, débito, gift cards, programas de fidelidade e, quando você quiser fazer um pagamento, basta deslizar o smartphone em um sensor NFC. Mas ele ainda precisa de muito para crescer – existem poucos sensores NFC espalhados por aí.

Redes Sociais.

Após anos tentando, o Google finalmente tem uma rede social relativamente grande, o Google+. Criado para funcionar como uma camada social que conecta todos os seus produtos do Google, o Google+ se provou também uma rede social bastante funcional, apesar de ainda sofrer com a falta de engajamento dos seus usuários. Mas não podemos esquecer que o Google ainda é o dono do Orkut, que ainda é grande aqui no Brasil.

Mensagens.

Fora da sua rede social incipiente, o Google tem uma das maiores comunidades de mensagens do mundo. O principal produto é o Google Talk, serviço de mensagens instantâneas ancorado no Gmail, mas o Google também busca o front mobile com o Google Voice. Além de chamadas telefônicas básicas, o Voice também facilita o envio e recebimento de mensagens SMS no seu browser. A grande novidade na área é o recém-anunciado Google Hangouts, que pode se tornar o recurso mais importante nos smartphones.

Telecomunicações.

Lançar seu próprio serviço de TV a cabo seria uma nova aventura para o Google, mas a empresa já brinca há alguns anos na indústria de telecomunicações. Tudo começou quando o Google lançou o Google Voice, o que tornou empresas de telefonia de longa distância obsoletas ao diminuir drasticamente suas taxas. O Google passou a ter controle dos cabos no ano passado ao lançar o Google Fiber, seu serviço de internet ultrarrápida. E ainda há o Google TV – portanto, oferecer TV a cabo seria apenas uma forma do Google completar seu portfólio.

O futuro.

E isso é o que o Google faz hoje. Quem sabe o que vem por aí? Seguindo os passos da rival do Vale do Silício Apple, a empresa está produzindo muitas coisas em segredo. O lar de projetos de pesquisa e desenvolvimento secreto é o Google X, um prédio de dois andares no campus do Google que trabalha em ideias como o carro sem motorista. Outro grande projeto que veio do Google X pode não apenas definir o futuro do Google, mas também o da tecnologia em geral. Ele pode ser descrito em duas palavras: Google Glass.

Fonte: Gizmodo.

19 de jul. de 2013

ICANN libera novos domínios e gera disputa na web.

A instituição ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), responsável por controlar a concessão de domínios e extensões de internet no mundo, iniciou um processo que permitirá às empresas de todo o mundo criarem milhares de novos endereços online. Na prática, empresas como o Google e Microsoft, por exemplo, poderão ter domínios .google ou .microsoft. 
A concessão de novas extensões é o principal tema em debate no encontro anual dos membros da ICANN, que acontece esta semana em Durban, na África do Sul. Este processo é considerado importante para o crescimento da web, uma vez que as extensões convencionais, como “.com”, “.org” e “.net” estão praticamente estagnadas.
O processo para obter uma nova extensão é, aparentemente, simples. Uma empresa ou organização (pessoas físicas não podem comprar novas extensões) vai até a ICANN e faz o pedido. O domínio “.com”, por exemplo, é de propriedade da empresa Verisign. No Brasil, o domínio “.com.br” é controlado pela Registro.br, empresa ligada ao Comitê Gestor da Internet (NIC.br) do Brasil e que decide quais domínios podem ter essa terminação. Cada pedido ao ICANN de nova extensão custa 185 mil dólares.
A abertura de pedidos para novos domínios gerou uma enxurrada de solicitações, que são encarados por especialistas como um novo filão de mercado na internet.  “As marcas perceberam o forte efeito que a extensão própria pode ter na questão de branding. Por isso, investiram muito dinheiro em pedidos neste ano”, afirma o advogado Eduardo Otero, especializado em propriedade intelectual na internet.
Apenas para a reunião desta semana, foram feitos 1930 pedidos. Apenas o Google solicitou 101 novas extensões, incluindo termos como “.you”, “.free” e “.play”, além de outras terminações inusitadas como “.lol”, ou “.fyi”, por exemplo.
Alguns casos são simples e facilmente aprovados. Normalmente isto ocorre quando o pedido está diretamente relacionado às marcas conhecidas, como a rede Wal-Mart solicitar a extensão “.walmart”. No Brasil, por exemplo, o portal Universo Online obteve permissão para usar a extensão .uol. Em outras situações, no entanto, os pedidos feitos ao ICANN são genéricos demais e solicitados por mais de uma empresa, o que pode gerar conflitos. De todos os pedidos feitos durante encontro de Durban, apenas 552 não geraram disputa.
Quando há conflito de pedidos, a comissão do ICANN se reúne e decide qual empresa pode ter o direito de explorar aquela terminação. Em outros casos de maior apelo ou polêmica, a entidade abre consulta popular para saber se a terminação deve ser concedida. “Quando há mais de um interessado por um termo, às vezes não é possível saber qual o critério para definir quem será o dono do termo”, diz Eduardo Otero, advogado do escritório carioca Daniel Advogados, especializado em marcas e patentes. 
Alguns casos são ainda mais controversos. Entre os 76 termos pedidos pela Amazon, que incluem “.video”, “.book” e “.app”, está o termo “.amazon”. Os governos do Brasil e do Peru, que possuem parte do território dentro da floresta Amazônica, solicitaram ao ICANN que o pedido fosse negado. Os países alegaram que o nome em inglês da floresta não pode ser exclusivo de uma marca. A comissão do ICANN decidiu, então, negar o controle do domínio para a empresa de varejo americana.
Uma decisão semelhante também aconteceu em relação à extensão “.patagonia”, que foi pedida pela marca de roupas de inverno de mesmo nome. Patagônia é uma região do Sul da América do Sul, dividida entre Argentina e Chile. De acordo com um comunicado da ICANN, “quando um grupo de países afirma que uma extensão não pode ser aprovada, isso cria uma forte presunção de que o domínio não pode ser autorizado”.
O advogado Eduardo Otero comemora a decisão. “Não é certo que esses termos sejam apropriados por uma empresa ou marca. Em alguns casos, a concentração da extensão pode não ser benéfica”, afirma.
Algumas empresas também pediram o direito de obter registros em diferentes alfabetos.  Três administradoras compraram o direito de operação dos domínios “.rede”, “.website” e “.game”, em árabe, russo e chinês, respectivamente. Para o presidente da ICANN, os novos domínios devem internacionalizar ainda mais a administração da internet: “Irá começar a nova era da internet. Mal posso esperar pelos próximos acontecimentos”, afirmou o libanês Fadi Chehadé.
Cinco empresas brasileiras tiveram domínios próprios aprovados pela ICANN: Itaú, Bradesco, Natura, UOL  e Vivo. De acordo com o Otero, o alto preço para o pedido é o principal entrave. “O valor de 180 mil dólares ainda é um custo alto para uma extensão. Por isso, apenas as grandes empresas têm condições de fazer as requisições”, afirma.
A composição do ICANN é de engenheiros e especialistas em internet de todo o mundo, com predomínio de americanos. O ICANN é um órgão subordinado ao governo dos Estados Unidos.

11 de jul. de 2013

Microsoft ajudou NSA a interceptar mensagens.

A Microsoft manteve uma estreita colaboração com as agências de inteligência americanas para facilitar a interceptação de mensagens privadas de seus usuários, segundo documentos da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) revelados nesta quinta-feira pelo jornal britânico "The Guardian".
A nova informação divulgada pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden revela como a empresa do Vale do Silício ajudou a NSA a evitar o sistema de criptografia que protege as conversas entre os usuários através do chat do site Outlook.com.
Segundo os documentos, a agência tinha capacidade de acesso às mensagens de e-mail enviadas com o Outlook - que inclui o Hotmail - antes que o programa as codificasse para envio seguro.
A Microsot trabalhou, além disso, durante este ano com o FBI e a NSA para facilitar o acesso indiscriminado às informações arquivadas na nuvem através do serviço SkyDrive, que conta com cerca de 250 milhões de usuários.
Também o Skype, uma companhia que a Microsoft adquiriu em 2011 por cerca de 6 bilhões de euros, ajudou os serviços secretos dos Estados Unidos para facilitar seu trabalho de interceptar conversas em formato de vídeo e áudio, segundo o "Guardian".
Snowden, que permanece na zona de trânsito do aeroporto de Moscou desde 23 de junho, divulgou no início de junho documentos que revelam a existência do programa Prism, que permite que as agências de inteligência tenham acesso às informações armazenadas por milhões de usuários nos servidores de empresas como Google, Microsoft e Facebook.

As empresas que apareceram nos documentos de Snowden negaram que seus programas contenham "portas traseiras" para facilitar o acesso à informação privada de seus servidores.
A nova informação indica, no entanto, que a Microsoft forneceu soluções técnicas para os serviços secretos para permitir o acesso direto às conversas criptografadas no site Outlook.com.
Um documento com data de 26 de dezembro de 2012 que o "Guardian" atribuiu a uma comunicação interna da NSA diz: "MS (Microsoft), trabalhando com o FBI, desenvolvida a capacidade de vigilância para fazer frente (ao problema)".
"As soluções foram testadas com sucesso e entraram em funcionamento no dia 12 de dezembro de 2012", acrescenta o documento.
Outra nota descreve como a companhia trabalhou "durante muitos meses" com os serviços secretos para permitir que o programa Prism tivesse acesso ao SkyDrive sem a necessidade de autorização prévia.
Essa capacidade de acesso "significa que os analistas já não terão que fazer um pedido especial ao SSO (um departamento da NSA) para isso", afirma o documento.
Em comunicado enviado ao "Guardian", a Microsoft afirmou que leva o seu "compromisso com seus clientes e o cumprimento da lei de uma forma muito séria", e por isso só fornece informações privadas dos usuários "em resposta a processos legais".
"Quando atualizamos produtos, em algumas circunstâncias existem obrigações legais que requerem que mantenhamos a possibilidade de oferecer informação para cumprir a lei ou em resposta a pedidos sobre segurança nacional", afirmou a Microsoft. 

Fonte: EFE

28 de jun. de 2013

Google desenvolve video game que usará Android.

O Google está desenvolvendo um console de videogame e um relógio de pulso baseados em seu sistema operacional Android, publicou o Wall Street Journal na noite desta quinta-feira (27). Os dispositivos poderão estar disponíveis ainda neste ano, segundo o jornal, que citou fontes anônimas.
Maior empresa de buscas na Internet do mundo, o Google também está trabalhando em uma versão melhorada do dispositivo que executa músicas por streaming, o Nexus Q, afirmou a matéria. O Google revelou o Nexus Q em junho de 2012, mas nunca lançou o produto, que recebeu críticas desfavoráveis.
O Google está cada vez mais envolvido com negócios envolvendo hardware, se posicionando para competir contra a Apple. A empresa adquiriu a fabricante de celulares Motorola Mobility no ano passado e está testando um dispositivo de computação vestível, o óculos Google Glass.
O Android é o sistema operacional para dispositivos móveis mais popular do mundo, com presença em três de cada quatro celulares inteligentes vendidos. Um console de videogame poderia proporcionar uma oportunidade significativa para o Google expandir o alcance do Android para além de seu reduto em smartphones e tablets.
Representantes do Google não estavam imediatamente disponíveis para comentarem o assunto.

Fonte: Info.

25 de jun. de 2013

Relatório do Google exibe sites com malware e phishing.

O relatório de transparência do Google, que exibe o tráfego em tempo real dos serviços da empresa em todo o mundo, ganhou novos dados que indicam as solicitações feitas por sites contaminados com malware ou phishing.
Até então, este relatório do Google trazia dados como solicitações de remoções por direitos autorais, pedidos feitos por governos ou agências oficiais ou dados de usuários solicitados pela Justiça. 
Segundo o Google, estes dados sobre malware e phishing são obtidos por meio do seu programa Safe Browsing, que fornece listas de endereços web (URLs) que contêm conteúdos maliciosos. Atualmente este programa contempla 1 bilhão de usuários dos navegadores Chrome, Firefox e Safari, além dos provedores de internet (ISP) que também recebem essa lista do Google. 
Os novos dados compartilhados pelo Google exibem quantas pessoas visualizaram os alertas do programa “Safe Browsing” a cada semana, onde esses sites maliciosos estão hospedados, entre outros tópicos de segurança.
Além disso, há também informações para hospedeiros de sites e webmasters para ajudar a limpar sites infectados. O Google também compartilha dados de quanto tempo e a porcentagem de sites que voltam a ser infectados após a remoção do malware.

16 de jun. de 2013

Google quer disponibilizar wi-fi gratuito em todo o mundo.

O Google está enviando balões para a estratosfera com o objetivo de disponibilizar wi-fi gratuito ao mundo. Trata-se do Projeto Loon. A ideia é fazer centenas de milhares de balões de alta pressão voarem na Terra e fornecerem internet para bilhões de pessoas. Faz parte do famoso Google X Lab, que trouxe ao mundo o Glass e carros autônomos. Segundo a Wired:
Esta é uma proposta audaciosa, e hoje em Christchurch, o Google fez uma conferência à imprensa com o primeiro-ministro da Nova Zelândia para revelá-lo formalmente. O Google também fará o maior teste do Projeto Loon: 50 pessoas em Christchurch dentro de uma faixa de 20 km dos balões verão se eles podem se conectar a partir do céu.

Fonte: Revista Wired.

7 de jun. de 2013

Espionagem dos EUA abrange outras cias telefônicas e cartões de crédito.

Os agentes de inteligência dos Estados Unidos não têm acesso apenas aos registros de chamadas da Verizon, mas também aos das outras duas maiores companhias telefônicas do país, AT&T e Sprint, e à informação de empresas de cartões de crédito, informou nesta sexta-feira o jornal The Wall Street Journal.
A publicação, que cita fontes ligadas às operações da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA, disse que essa divisão tem acordos com a AT&T e Sprint similares ao da Verizon, revelado nesta semana pelo jornal britânico The Guardian.
O acordo com as três maiores operadoras de telefone do país afeta "a maioria dos americanos" e significa que "cada vez que se faz uma chamada, a NSA consegue um registro da localização, o número contactado, a hora da chamada e a duração da conversa", segundo o The Wall Street Journal.
 A AT&T é a maior companhia telefônica do país, com 107,3 milhões de clientes de celular e 31,2 milhões de telefone fixo, a Verizon tem 98,9 milhões de clientes de telefonia móvel e 22,2 milhões de fixo e a Sprint, por sua parte, tem 55 milhões de clientes no total, segundo dados oficiais citados pelo jornal.

Cartão de crédito e internet.
 
Além disso, três ex-funcionários do governo americano afirmaram ao diário que a NSA estabeleceu "relações similares" com companhias de cartões de crédito. O jornal não identificou essas companhias e disse que não se sabe se os acordos com as empresas ainda estão valendo ou se foram feitos temporariamente.
O The Wall Street Journal confirmou além disso que a NSA mantém contratos parecidos com os grandes provedores de internet do país, como indicaram nesta quinta-feira os jornais The Washington Post e The Guardian. Segundo estes periódicos, a NSA e o FBI coletam dados diretamente dos servidores da Microsoft, Yahoo!, Google, Facebook, PalTalk, AOL, Skype, YouTube e Apple.
 O acordo com as empresas da internet tem sua base em um programa chamado PRISM, que contou com a colaboração da Microsoft desde seu início, em 2007, enquanto a Apple se negou a participar durante os primeiros cinco anos, até 2012, quando começou a colaborar.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esclareceu hoje que esses registros não afetam "ninguém que resida nos Estados Unidos".

Origens no governo Bush.

As práticas começaram sob o governo de George W. Bush por causa dos atentados de 11 de setembro de 2001, inicialmente sem fundamento legal.
O Congresso criou mais tarde uma estrutura de apoio por meio de duas leis aprovadas em 2007 e 2008, que ampliam os poderes do Executivo em relação à lei de espionagem no exterior de 1978. A nova legislação concede imunidade às companhias privadas que cooperam de forma voluntária com as agências de inteligência dos Estados Unidos em suas investigações.
Além disso, a lei antiterrorista de 2001, ou Patriot Act, autoriza que o governo tenha acesso aos registros de empresas.

Fonte: Agência EFE.

Governo dos EUA grampeia Google, Apple, Facebook e Microsoft; ação de espionagem é a maior da história da internet.

É o que dizem as edições de hoje do Guardian e do Washington Post, que afirmam ter obtido um documento confidencial detalhando o programa de espionagem. O esquema é mantido pela National Security Agency, autora do documento confidencial, e está em operação desde 2007, monitorando todas as comunicações (e-mails, chats, posts, vídeos, fotos, etc) que passam pelos sistemas das seguintes empresas: Microsoft (Hotmail), Google, Yahoo!, Facebook, Skype, Apple e AOL. O grampo é feito de maneira automática, sem mandado judicial, e afeta todos os usuários dessas empresas – inclusive aqueles, como você, que não moram nos EUA.
Algo sem precedentes na história da internet.
Procuradas pelo Guardian e pelo Post, as empresas negaram tudo. O Google afirmou que não tem “passagem secreta” para as autoridades, e um porta-voz da Apple disse que nunca ouviu falar do assunto. Mas parece provável que o esquema exista, pois a NSA tem intensificado muito suas ações de espionagem – recentemente, descobriu-se que ela grampeou milhões de ligações de celular e, num ato de especial ousadia, a redação da agência Associated Press.

Fonte: http://super.abril.com.br

27 de mai. de 2013

Google prepara mudanças para o Gmail.

O Gmail pode ser o próximo serviço do Google a receber um novo desenho, segundo informações do site The Next Web (TNW).
O site obteve acesso a imagens de tela do suposto redesenho do serviço de e-mail do Google, que traria cinco novas abas para organizar melhor as mensagens. As mudanças estariam disponíveis para a versão web e também para os aplicativos Android e iOS do Gmail.
Segundo as informações, o novo Gmail traria algumas abas como padrão. As categorias seriam: Principal, Social, Ofertas, Notificações e Fóruns.
Na aba “Principal” os usuários devem encontrar mensagens de amigos, familiares e assuntos marcados como importantes. Já na aba “Social” estariam todos os e-mails relacionados às mídias sociais, incluindo mensagens vindas do Twitter, Facebook, Google+, entre outros.
Se o usuário costuma receber muitos e-mails de revendedores ou sites de compras, o Gmail irá marcar essas mensagens na categoria “Ofertas”. Já e-mails importantes sobre contas a pagar, reservas para jantares e alertas de viagem serão incluídos na aba “Notificações”. E se o usuário participa de fóruns ou listas de e-mail, estas mensagens serão encontradas na aba “Fóruns”.
As imagens reveladas pelo TNW foram obtidas durante uma palestra realizada no Google I/O, que explicava as mudanças no Gmail e como o serviço iria obter um novo desenho para navegação. Nas fotos é possível observar a inclusão das novas categorias, além dos já conhecidos marcadores.
As mudanças teriam como objetivo melhorar a filtragem e rotulação das mensagens que recebemos por meio do serviço do Google. De acordo com o site, as mudanças podem ser esperadas pelos usuários dentro das próximas semanas.

Fonte: Info.

25 de mai. de 2013

90% dos novos vírus de celular são para Android.

O Android, do Google, é o sistema móvel que mais ganha vírus atualmente, segundo relatório da empresa de segurança F-Secure.

Nos três primeiros meses deste ano, informa a empresa, 149 vírus foram identificados pelos especialistas em segurança digital da F-Secure. Destes, 136 foram feitos exclusivamente para Android; os outros 13 criados para o sistema Symbian.
Neste período, a empresa não encontrou novos vírus para os sistemas iOS (Apple), Windows Phone (Microsoft) e Blackberry, diz o documento da empresa.

Até o final de 2012, os desenvolvedores criavam cerca de 100 novos vírus por trimestre para os celulares. O número aumentou: no primeiro trimestre deste ano foram 149. A alta, de quase 50%, preocupa o mercado – que deve registrar um crescimento nas fraudes eletrônicas feitas em celulares.

Segundo a F-Secure, o relatório aponta ainda uma tendência: que os desenvolvedores de vírus estão começando a colocar seus esforços também nos sistemas móveis. Até pouco tempo, eles se dedicavam apenas em construir vírus para o Windows, na maioria dos casos.

Esta importância dada ao Android, revela o relatório, mostra que os vírus para sistemas móveis estão atingindo seus objetivos, ou seja, em gerar lucros para seus criadores.

Agressivos – Sistema móvel mais usado no mundo, o Android será cada vez mais alvo dos vírus daqui para a frente, informa a F-Secure. E os desenvolvedores estão se sofisticando e criando malware cada vez mais complexos e poderosos.

Dois vírus chamaram a atenção da empresa. O primeiro foi um cavalo de troia, chamado Stels, feito para o mercado americano. Ele é enviado num e-mail da “Receita Federal Americana” e, ao infectar o Android, rouba dados pessoais do aparelho. Além disso, usa o celular do usuário para fazer ligações internacionais e para serviços pagos – como recarga de celular.

O segundo, feito para o mercado indiano, chama-se FakeJobOffer. Ele envia para o usuário um e-mail da Tata, uma das maiores multinacionais da Índia, com uma proposta de emprego. Mas, para concorrer, o usuário deve fazer um depósito numa conta bancaria – que, logicamente, é dos criadores do vírus.

Segundo a empresa, usuários do Android devem usar soluções de segurança no celular, frente ao número de ataques crescentes.