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26 de ago. de 2013

Ataque massivo derruba sites na China.

O governo chinês afirmou que sofreu seu maior ataque de negação de serviço (DDoS) no último domingo (25), deixando o acesso às páginas com domínio “.cn” sem acesso ou com velocidade de carregamento bastante reduzida. 
A China Internet Network Information Center, instituição que controla o domínio “.cn”, afirmou que os ataques ocorreram durante duas horas na madrugada de domingo e foram reestabelecidos em seguida. No entanto, não esclareceram os motivos dos ataques.
Segundo o jornal The Wall Street Journal, a empresa de serviços web CloudFlare relatou uma queda de 32% no tráfego por toda a China em sites que utilizam o domínio “.cn”. 
A China é considerada uma potência em termos de hacking, mas não há referências de que o ataque desta semana tenha vindo de dentro do país.

Fonte: Info.

14 de ago. de 2013

Hacker invade babá eletrônica e grita palavrões para criança de 2 anos.

Um hacker invadiu o circuito de uma babá eletrônica e gritou insultos para uma criança de 2 anos, aproveitando-se de uma vulnerabilidade do sistema computadorizado do aparelho.
Segundo a emissora americana ABC News, Marc e Lauren Gilbert, um casal de Houston, Texas, escutou uma voz "de sotaque britânico ou europeu" gritando ofensas e obscenidades pela câmera da empresa Foscam.
A filha do casal, Allyson, estava no quarto, dormindo. A menina é surda, o que acabou sendo "uma bênção" nesse episódio, disseram seus pais. Pela câmera, o hacker foi capaz de ver o nome da criança escrito na parede do quarto. "A sensação era de que tinham invadido a nossa casa", disse Marc.
Senhas.

A Foscam, que anuncia seu produto como a "babá eletrônica ideal", ainda não comentou o caso nos EUA. Mas sua revendedora na Grã-Bretanha disse à BBC que vai entrar em contato com sua base de consumidores para alertá-los "quanto à importância de proteger suas câmeras com senhas".
A BBC encontrou provas de que hackers compartilham informações sobre como acessar câmeras não protegidas em fóruns online. Usando mecanismos de busca especializados, é possível delimitar os resultados por localização.
Em um desses fóruns, havia listas para acessar câmeras de "escolas e creches" ou de "quartos infantis".
Em abril, a empresa de segurança Qualys descobriu brechas em equipamentos da Foscam e, no ano passado, outra empresa, a Trendnet, teve de atualizar seu sistema para consertar falhas que deixaram milhares de câmeras expostas à ação de invasores.
Num fórum no site da Foscam, alguns consumidores se queixaram de problemas de segurança. "Meu marido ouviu um barulho no quarto dos bebês. Um homem começou a falar com ele (pela câmera)", disse uma usuária.
Para Alan Woodward, professor do Departamento de Computação da Universidade de Surrey (Grã-Bretanha), "equipamentos de monitoramento são úteis para garantir a segurança de crianças, mas é preciso cuidado antes de ligar (os aparelhos) a internet, já que isso aumenta sua vulnerabilidade".
Ele recomenda que os softwares dessas babás eletrônicas sejam frequentemente atualizados.

16 de jul. de 2013

Telecomunicações alertam sobre a guerra cibernética.

O secretário-geral da União Internacional das Telecomunicações (UIT), Hamadoun Toure, ressaltou que a comunidade tem que buscar mecanismos de combate aos ataques virtuais. Toure chamou esse combate de “guerra cibernética”. A afirmação dele ocorre no momento em que o Brasil e o mundo discutem mecanismos de proteção a dados na internet após a divulgação as denúncias de espionagem por agências norte-americanas.
"Há uma 'ciberguerra' em curso”, disse Hamadoun Toure. "Tal como na guerra convencional, não há vencedores, só destruição", destacou ele, durante conferência em Genebra, na Suíça.
Segundo Toure, as consequências de uma “guerra cibernética” podem causar “enormes perdas financeiras ou mesmo o caos social”. De acordo com ele, os governos e as empresas mundiais têm que pensar em conjunto como enfrentar a ameaça. "Ninguém pode conseguir fazê-lo por si. Temos que mudar a mentalidade", disse.
Para Toure, na liderança do que considera uma guerra cibernética "não existem superpotências", uma vez que vírus e outros ataques podem ser desencadeados a baixos custos. "Temos que tratar o ciberespaço tal como tratamos o mundo real", ressaltou.
O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse na semana passada que o governo do Brasil pretende encaminhar a preocupação com o monitoramento de contatos eletrônicos e telefônicos às instâncias internacionais.
O chanceler quer recorrer à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na tentativa de definição de normas claras de comportamento para os países quanto à privacidade das comunicações dos cidadãos e a preservação da soberania dos demais Estados e também à União Internacional de Telecomunicações (UIT). Na UIT, Patriota pretende apelar para o aperfeiçoamento de regras multilaterais sobre segurança das telecomunicações.

17 de mai. de 2013

Hacker preso quer proteger caixas eletrônicos do mundo.

Sentado em sua cela, Valentin Boanta explica orgulhosamente o dispositivo que inventou e que, segundo ele, pode tornar os caixas eletrônicos do mundo à prova até mesmo de criminosos especializados em tecnologia como ele.
Boanta, de 33 ano, cumpriu seis meses de uma sentença de cinco anos pelo fornecimento de aparelhos a uma quadrilha de crime organizado usados para esconder dispositivos que podem copiar os dados do cartão de um usuário de caixa eletrônico.
Ele disse que tinha começado a fabricar os dispositivos por pura empolgação e nega ter planejado usá-los em benefício próprio, dizendo que só os vendeu aos outros.
Boanta diz que a prisão em 2009 o fez perceber o impacto negativo de suas ações, e sentiu um desejo de fazer as pazes. O episódio também trouxe ao ex-estudante de design industrial um lampejo de inspiração técnica.
"Quando fui pego eu fiquei feliz. Esta libertação abriu o caminho para trabalhar para o lado bom", disse Boanta.
Foi durante seu julgamento que ele começou a trabalhar. O cenário para os produtos de Boanta nos dias de hoje é a cela cheia de livros no nordeste da cidade romena do Vaslui, que ele compartilha com cinco batedores de carteira e ladrões.
"Os caixas eletrônicos têm projetos antigos, assim eles são propensos a vulnerabilidade, são um ponto muito fraco do setor bancário", disse.
"Qualquer caixa eletrônico pode ser invadido por um esquema criminoso. Minha solução de segurança, o SRS, torna um caixa eletrônico inviolável."
Boanta diz que seu "Secure Revolving System-SRS" pode ser instalado em qualquer caixa eletrônico. Ele permite que o cartão do banco seja inserido primeiro pelo lado mais longo e, em seguida, gira o cartão para impedir que criminosos sejam capazes de acessar a faixa magnética. O sistema devolve o cartão ao seu utilizador com uma rotação em sentido inverso.
O SRS, financiado e desenvolvido por uma empresa de tecnologia perto de Bucareste chamada MB Telecom, é patenteado e foi premiado este ano no Salão Internacional de Invenções de Genebra. O inventor e a companhia ainda não revelaram o quanto ele vai custar, mas insistem que estará disponível em breve.
A Romênia é uma fonte de conhecimento técnico especializado devido a políticas do ditador comunista Nicolae Ceausescu, que apoiou a pesquisa na informática e o ensino técnico.
A pirataria digital floresceu no país depois de derrubada violenta de Ceausescu em 1989. Hackers romenos roubaram cerca de 1 bilhão de dólares de contas norte-americanas em 2012, de acordo com a embaixada dos EUA em Bucareste.

Fonte: Info.

26 de abr. de 2013

Cyber War Games premiará melhor hacker com R$ 10 mil.

A primeira edição do evento de segurança da informação Cyber War Games irá premiar o melhor hacker que completar um desafio com 10 mil reais.
O evento, organizado pelos mesmos idealizadores do HackingDay, lançará um desafio aos participantes: invadir um servidor, causar dano ao seu conteúdo lógico e demonstrar o passo a passo do processo.
O servidor utilizado terá a proteção do Projeto Cérbero - um sistema de segurança que seus desenvolvedores dizem ser intransponível - e será instalado em uma rede apartada, sem acesso à internet. Os participantes terão 8 horas para derrubá-lo.
Além do concurso, haverá também um workshop, liderado pelo especialista Alan Sanches, focado em guerra cibernética. Os participantes poderão interagir com os tipos de ataques e defesas possíveis contra sites e servidores.
Durante esta simulação, os participantes conhecerão as principais técnicas de ataque que são utilizadas contra sites, servidores e sistemas (DoS, T50, SQLInjection, Blind, entre outros). E aprenderão também as principais técnicas de defesa para evitar que esses ataques aconteçam.
Segundo os idealizadores, o Cyber War Games será realizado em ambiente controlado e não causará danos para empresas, usuários ou organizações. “O único objetivo desse workshop será a disseminação do conhecimento. Nenhuma lei será infringida para a sua realização”, afirma a organização.

Data: 22/06/2013
Horário: das 9h00 às 18h00
Local: Espaço Apas – Centro de Convenções
Endereço: Rua Pio XI, n° 1200 – Alto da Lapa – São Paulo – SP
Ingresso (até 30/05): R$ 130,00

Fonte: Info.

17 de abr. de 2013

Brasil é o 4º pior do mundo em segurança tecnológica.

A segurança não tem sido levada tão a sério no Brasil como nos vizinhos que compõem a América Latina. O país é o pior da região em questão de vulnerabilidades e o quarto menos seguro do mundo, conforme dados divulgados pela Symantec nessa terça-feira, 16, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

O Information Security Threat Report (ISTR) revela que estamos em primeiro lugar em termos de códigos maliciosos (representando 43,9% das ocorrências da América Latina), spams zumbis (26,3%), hospedagem de phishing (65,6%), bots (59,6%), ataques em rede (40,9%) e à web (43,7%).

Em geral, reunimos 26,3% de todas as ameaças, o que nos põe à frente de Argentina, México, Peru, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela, República Dominicana e Equador.

Executivos brasileiros da Symantec ouvidos pelo Olhar Digital consideram que o tamanho do país - em termos de relevância de mercado e de economia - é o que atrai tantos problemas.

De acordo com a versão global do ISTR (veja aqui), o foco dos golpistas tem sido o setor de manufatura, e no Brasil não é diferente. É o principal alvo em termos de spam (84,82%) e vírus (1 a cada 333,1 casos). Quando o assunto é phishing, manufatura fica em segundo, com uma incidência em 990,3, perdendo apenas para a categoria "outros", com uma em 538,1.

Embora os dados sejam negativos, entre 2011 e 2012 o país só piorou em dois aspectos: códigos maliciosos (fomos do 8º para o 7º lugar) e hospedagem de phishing (8º ao 4º). Houve melhora em todos os outros.

Fonte: Olhar Digital.

12 de abr. de 2013

Hacker pode controlar aviões com app de Android.

Um palestrante da Hack in the Box, uma conferência de segurança realizada em Amsterdã (Holanda), surpreendeu aos presentes ao afirmar que conseguiria controlar um avião à distância. E com um simples app para Android.
O aplicativo, chamado PlaneSploit, foi desenvolvido pelo próprio apresentador, Hugo Teso, um consultor de segurança na Alemanha. Teso afirmou que precisaria apenas do programa, de um radiotransmissor e de um software para gerenciamento de voos para realizar todo o processo, que exigiria apenas habilidades básicas em “hackear” coisas.
A invasão daria controle total do avião ao hacker, que poderia fazer tudo à distância, em terra firme. E ela só é possível graças a uma falha de segurança presente em um dos protocolos usados por aeronaves para se comunicar com a “superfície” – que, por ser até “óbvia”, pode ser aproveitada por qualquer pessoa com conhecimento mínimo.
Assim que conseguir acessar o sistema do avião, o suposto invasor poderia usar os recursos do aplicativo de Teso para fazer a aeronava “dançar” seguindo seu ritmo. Segundo o site Help Net Security, o palestrante ainda mostrou algumas das funcionalidades do PlaneSploit na apresentação (mas em um simulador, claro). Entre elas, estão os comandos “Please go here” (“por favor, vá até aqui”, em tradução livre), que permite direcionar o avião até determinado ponto; “Visit ground” (“visitar a superfície”), que faria a aeronave cair; e o “Be puckish” (“seja travesso”), que alertaria os pilotos de que há algo errado piscando várias luzes no painel.



A palestra de Hugo Teso serviu mais para alertar sobre as falhas de segurança nos aviões, mostrando o que elas podem provocar – tanto que o aplicativo dele não foi disponibilizado para download em sites. Assim, espera-se que os problemas sejam logo corrigidos, antes que algo como o demonstrado pelo palestrante torne-se realidade. A apresentação completa não foi disponibilizada na rede (apenas o trecho acima), mas você pode conferir o PDF dela aqui.

Fonte: Info.

1 de abr. de 2013

'Lei Carolina Dieckmann' entra em vigor amanhã; entenda o que muda.

Dezoito anos depois de a internet ser apresentada aos brasileiros, o país finalmente reconheceu que alguns crimes podem ser cometidos no ambiente proporcionado pela rede. A partir desta terça-feira, dia 2 de abril de 2013, o Código Penal passa a contar com artigos que tipificam os chamados "delitos informáticos" e instituiu penas para quem cometer esses atos.
Amanhã entra em vigor a Lei 12.737 de 2012, que propunha as alterações ao Código. É a chamada "Lei Carolina Dieckmann" - apelidada assim por coincidir com um vazamento de fotos íntimas da atriz.
A lei não tem relação direta com o caso da artista, ela é resultado de anos de discussões políticas. Mas surgiu, pelas mãos do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), principalmente como alternativa à "Lei Azeredo" (PL 84), que apesar de dispor sobre o mesmo tema, vinha sendo considerada perigosa para a liberdade do usuário da rede.

Mudanças

O que muda é que o Decreto-Lei 2.848 de 1940 (o Código Penal) agora possui tópicos sobre violação de equipamentos e sistemas - sejam eles conectados ou não à internet - com intenção de destruir dados ou informações, ou instalar vulnerabilidades.
Também são instituídas penas, que nos casos menos graves, como "invasão de dispositivo informático", varia de três meses a um ano de prisão e multa.

Já os mais sérios, como invasão para obter “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas”, podem render de três meses a dois anos de prisão, além da multa. É considerado grave divulgar, comercializar ou transmitir o conteúdo.

"O ponto positivo disso é o fechamento de uma lacuna", disse ao Olhar Digital o advogado especializado Renato Opice Blum, em relação ao fato de que até hoje não existiam menções ao universo virtual em nosso sistema penal. "A invasão nem era uma conduta criminosa."

Problemas

Por serem crimes que dependem de perícia, os descritos na lei precisam da máquina policial, o que não é boa ideia, na opinião do jurista e cientista criminal Luiz Flávio Gomes. "A polícia só descobre 8% dos homicídios no Brasil, então ela tem de ser mantida longe dos crimes de informática. Ela não tem estrutura para isso. O Instituto de Criminalística de São Paulo está um caco! A polícia não tem como atuar agora com a internet", declarou ele, em evento da Fecomercio.

O jurista apontou a existência de 104 termos delicados no texto. Estão entre eles "invasão de dispositivo informático", "mecanismo de segurança", "vulnerabilidades", "interrupção" e "perturbação". Ao ser enquadrado com base na lei, o acusado pode questionar cada um dos pontos, atrasando o processo.

Como o texto descreve que está encrencado quem invadir dispositivo "mediante violação indevida de mecanismo de segurança", se seu computador não tiver antivírus ou senha, você pode ser desqualificado pela lei. Não ficou claro o que aconteceria no caso de um aparelho cujo bloqueio é automático e ocorre após um tempo específico: se alguém pegar seu celular e, antes do travamento, fizer cópias das fotos contidas no aparelho, será que essa pessoa pode ser considerada criminosa?

Paulo Teixeira defendeu recentemente que, em se tratando de tecnologia, seria praticamente impossível não aparecerem termos problemáticos. "E a tecnologia muda a todo instante, por isso precisávamos de termos mais genéricos."

Fonte: Olhar Digital.


28 de mar. de 2013

Anonymous convoca ataque global contra o Facebook.

O grupo de ciberativistas Anonymous lançou um chamado global contra o Facebook nesta manhã. Nomeada #OP TRUTH FORCE (do inglês, Operação Força Verdadeira), a investida é motivada por possíveis atitudes censoras da rede social.

"Nós temos testemunhado um número crescente de contas deletadas e bloqueadas de usuários que ousam ridicularizar, satirizar ou contrariar líderes políticos e corporações envolvidas com política", afirma o grupo.

O ataque coletivo consiste em lotar o Facebook com este tipo de material. Ao passo que é uma tomada mundial, o grupo espera tornar impossível a moderação de todo o conteúdo na rede social. 

A operação está marcada para o dia 6 de abril a partir da 1h (22h do dia 5 de abril pelo horário de Brasília) e deve durar 24 horas. A data escolhida relaciona-se a outros movimentos sociais. Foi o dia em que Mahatma Ghandi convocou o povo indiano á luta pacífica contra a Grã Bretanha. Anos depois a data também marcaria o início da sedição popular egípcia.

Fonte: Olhar Digital.

27 de mar. de 2013

Internet sofre maior ataque da história.

A internet ficou lenta, nos últimos dias, por causa de um massivo ataque de negação de serviço a servidores em diversos países.
Segundo o noticiário britânico BBC, o ataque afetou serviços populares, como a Netflix, e está sendo investigado por polícias e especialistas em segurança. Alguns já o descrevem como o maior ataque do gênero da história.
A BBC diz que o problema começou com uma briga entre o Spamhaus, grupo europeu de combate ao spam, e a Cyberbunker, empresa holandesa de serviços de data center. O Spamhaus incluiu servidores da Cyberbunker numa lista de emissores de spam. A lista é usada pelos programas antispam para filtrar os e-mails.
O grupo diz que a empresa está por trás dos ataques, que teriam sido lançados em retaliação ao bloqueio. No site da Cyberbunker, há uma nota acusando a Spamhaus de incluir a empresa na lista de bloqueio indevidamente. A Cyberbunker também diz que se reserva o direito de hospedar qualquer coisa em seus servidores "exceto pornografia infantil e coisas relacionadas com terrorismo".
A técnica usada pelos criminosos é a de negação de serviço. Para realizar um ataque desse tipo, primeiro um grande número de computadores são infectados com um programa maligno que permite controlá-los à distância. Depois, esses computadores zumbis são usados para inundar os servidores-alvo com solicitações de dados.
A sobrecarga acaba impedindo o funcionamento dos servidores e da rede à qual estão ligados. Os ataques vêm sendo realizados desde o último dia 18, em seguidas ondas. O alvo principal são os 80 servidores de DNS da Spamhaus espalhados por diversos países.
Esse tipo de servidor traduz endereços como "abril.com.br" para um código numérico conhecido como endereço IP. Isso é necessário para que cada pacote de dados encontre seu destino. O grupo já havia sido vítima de ataques similares no passado e também já havia acusado a Cyberbunker de estar por trás deles em outras ocasiões.
Segundo a BBC, grandes empresas, como o Google, colocaram seus recursos à disposição para absorver a sobrecarga de dados e evitar um colapso na internet.

Fonte: Info.

24 de mar. de 2013

Hacker invade iPhone um dia após Apple corrigir falha.

Um vídeo no YouTube mostra como invadir um iPhone com a tela bloqueada apenas um dia depois de a Apple lançar a atualização do iOS 6 que corrige a vulnerabilidade. O hacker é o mesmo que, no início do mês, revelou a falha que permitia acessar informações de um telefone mesmo com a tela bloqueada. As informações são do Daily Mail.
Se antes a falha explorava o recurso de chamadas de emergência, agora o hacker descobriu uma forma de acessar o aparelho a partir do recurso de controle de voz (voice control, em inglês). No YouTube, ele detalha o passo-a-passo, que inclui a remoção do cartão SIM, e permite ao invasor acessar os contatos e, através do menu 'adicionar foto ao contato', também o banco de imagens do telefone.
Na filmagem - postada há dois dias e já com mais de 405 mil visualizações - o truque é realizado em um iPhone 4, mas o site The Next Web conseguiu replicá-lo no iPhone 4S. O TNW não conseguiu invadir o iPhone 5 com a técnica, mas o blog alemão iPhoneblog afirma ter conseguido.
Segundo o jornal britânico, o problema está no controle de voz, função que já existia antes do Siri, o que indicaria que o assistente pessoal por comando de voz não é o responsável pela falha. O hacker que descobriu o problema afirma que uma forma de se proteger é desativar a opção de discagem por voz (voice dial), mas segundo o ars technica se o Siri está ativado o usuário já está protegido, pois o truque não funciona.

Fonte: Terra Tecnologia.

18 de mar. de 2013

Bancos perdem R$ 3,1 bi com fraudes eletrônicas.

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, os dez maiores bancos do Brasil perderam, no ano passado, cerca de 3,1 bilhões com fraudes eletrônicas.
O estudo engloba fraudes por meios eletrônicos, desvios de dinheiro, assaltos em agências e sumiço de dinheiro dentro dos próprios bancos. Contudo, o estudo – publicado na Folha de S.Paulo – revela que os crimes digitais são responsáveis pela maior parte do dinheiro subtraído dos bancos.

Segundo a Accenture, as ações eletrônicas são divididas. Tem os ladrões que estouram os caixas automáticos para pegar o dinheiro em papel, falsificadores que clonam cartões de créditos e débitos e, ainda, crackers que capturam dados de internautas. Esses últimos usam vírus, programas espiões e até páginas falsas para interceptar os dados bancários dos clientes.
No entanto, nos últimos anos, um novo tipo de ataque ganhou força. Criminosos grampeiam os telefones dos clientes e, durantes as chamadas de voz feitas para os call centers dos bancos, eles capturam as informações bancárias. Depois, fazem uma ligação para o banco e usam os dados obtidos pelas gravações ilegais, diz a Accenture, para efetuar os crimes.
Os crimes eletrônicos, diz a empresa, são feitos por quadrilhas especializadas, de dentro e fora do país. Elas contam com especialistas em tecnologia que exploram todas as brechas de segurança, tanto dos bancos quanto dos clientes.
Segurança – Os bancos brasileiros investem uma fortuna em tecnologia. Grande parte do dinheiro vai para o desenvolvimento de sistemas que fortalecem a segurança no meio eletrônico.
No ano passado, os bancos gastaram cerca de 20 bilhões com tecnologia. Cerca de 4 bilhões foram para proteger os bancos das fraudes eletrônicas. Segundo o estudo, a preocupação dos bancos torna o meio digital bastante seguro. Além disso, os investimentos tornam os bancos nacionais tão protegidos quanto os estrangeiros.
Apesar dos problemas de fraudes, as operações eletrônicas na web são seguras se os clientes usarem as tecnologias de proteção repassadas pelos bancos, como os geradores de chaves de acesso (tokens).

Fonte: Info.

5 de mar. de 2013

Hacker faz aula de informática na prisão e invade rede da cadeia.

Nicholas Webber, um dos maiores cibercriminosos do Reino Unido, causou mais de 473 mil libras de prejuizo com cartões de crédito roubados.

Nicholas Webber tinha apenas 17 anos quando montou um fórum na internet para vender informações de cartões de crédito roubados e ensinar como fazer compras no eBay com cartões de outras pessoas. Preso em 2011, logo após fazer 18 anos, ele conseguiu se inscrever para uma aula de informática na cadeia e hackeou o sistema de segurança do cárcere. As informações são do Daily Mail.


A invasão ocorreu em 2011, mas só veio à tona nesta semana, quando o ex-professor da cadeia processou a prisão por demissão sem justa causa. A HMP Isis, unidade de detenção high-tech para jovens de 18 a 24 anos, demitiu Michael Fox por ter permitido a participação de Webber em sua aula, mas o docente afirma que não sabia que o hacker era um cibercriminoso, e que sequer teve influência no aceito do jovem em sua turma.
Condenado a cinco anos, o esquema de Webber no site GhostMarket teria causado prejuízos estimados em até 15 milhões de libras - cerca de R$ 45 milhões - em contas de diferentes países do mundo. Confirmado, a polícia apurou 473 mil libras de prejuízo a 3,5 mil cartões de crédito. O hacker, sozinho, gastou mais de 40 mil libras em videogames, iPhones e iPods. Ele também pagou por estadias em hoteis de luxo, como o Hilton de Park Lane, em Londres.

Um porta-voz do serviço prisional britânico confirmou ao jornal local que Webber invadiu o sistema da prisão, mas que não houve brechas de segurança. "Na época do incidente, em 2011, os computadores do sistema educacional da HMP Isis era uma rede fechada. Não foi possível acessar informações pessoais, a internet ou outros sistemas da prisão", disse.
A prisão high-tech custou cerca de 110 milhões de libras, segundo o Daily Mail, e já foi criticada por outros problemas de segurança. O sistema de ponta que acompanha os movimentos dos presos através de identificação biométrica, por exemplo, parou de funcionar mais de uma vez, de acordo com o jornal.

Fonte: Terra.