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24 de jun. de 2013

Samsung se prepara para deixar mercado de PCs.

A Samsung deve acabar com sua divisão que fabrica PCs tradicionais para se focar em mercados mais lucrativos.
Reportagem do Korea Times repercutida pelo 9to5Google relata que a companhia pretende dedicar esforços em tablets, aparelhos "tudo-em-um" e laptops híbridos - além, claro, dos smartphones.
"A demanda por PCs está diminuindo", comentou um oficial da companhia.
Até mesmo os departamentos de pesquisa e tecnologia estão sendo pressionados para mudar de posição estratégica. "A Samsung está acelerando a restruturação de seus negócios de PC por meio de um realinhamento de produtos para variáveis rentáveis", disse a empresa, sem falar sobre datas.
Se a informação se concretizar, o Google perde um dos fabricantes do Chromebook, restando apenas Acer e HP.

19 de abr. de 2013

Brasil terá um computador por habitante até 2016.

O Brasil deve contar com um computador por habitante até 2016 segundo a 24ª Pesquisa Anual de Uso de TI, divulgada nesta quinta-feira, 18, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A previsão foi adiantada em um ano. Pesquisa anterior estimava que a média de um computador por habitante seria alcançada apenas em 2017, mas o crescimento da venda de tablets provocou a aceleração do processo.
Em 2013, a pesquisa calcula que o Brasil tenha 118 milhões de computadores em uso, o que equivale a três equipamentos a cada cinco habitantes. Até 2014, a FGV estima que serão duas máquinas para cada três habitantes.
"Estamos antecipando em um ano o que previmos no ano passado por conta do crescimento maior de unidades vendidas e o principal motivo são os tablets", afirmou o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles. A pesquisa consultou um universo de mais de 5 mil empresas médias e grandes para analisar a utilização de tecnologia nas companhias.

Fonte: Info.

16 de abr. de 2013

Laptop é o computador principal da maioria dos brasileiros.

Um estudo divulgado nesta semana pela CVA Solutions aponta que, em 56% das residências brasileiras que possuem computadores, a máquina principal é um notebook. Em 42% delas, é um desktop; e, em 2%, um tablet. O estudo também revela as marcas preferidas pelos brasileiros.
Os dados confirmam o que o notebook tomou o lugar do desktop como o computador principal dos brasileiros, fato que vem sendo apontado por outras pesquisas desde 2011. Os números também mostra que o tablet começa a emergir como alternativa aos computadores tradicionais. 
Para chegar a esses resultados, a CVA entrevistou 7.134 usuários em todo o país. A empresa havia feita uma pesquisa semelhante em 2010. Naquele ano, o desktop era o computador principal para 67% dos usuários. O notebook cumpria esse papel para apenas 33% deles e o tablet ainda não aparecia entre os resultados. 
O estudo da CVA avaliou a percepção que os consumidores têm dos fabricantes de duas formas. A primeira métrica, a força da marca, indica a atração que a marca exerce menos a rejeição que ela provoca no público. 
 Entre os fabricantes de laptops, a marca Dell tem a maior força, 19,8%. Em seguida vêm a Apple, com 18,3%, e a Sony, com 13,5%. A Dell também lidera em desktops, com 16,7%. Em segundo vem a Apple, com 14,4%; e, em terceiro, a Samsung, com 8%. Em tablets, a Apple lidera com 56% seguida pela Samsung com 11,8%.
Outra avaliação feita pela CVA é do valor percebido, a relação custo/benefício vista pelos consumidores. Nesse quesito, entre os fabricantes de laptops, há empate entre Samsung, Apple e Sony. As três tiveram nota 1,06, com ligeira vantagem para a Samsung quando se consideram mais casas decimais. A Samsung também é líder em valor percebido de tablets, com 1,03. A Apple vem em segundo lugar com 1,01.
“Podemos dizer que a Samsung é o bicho papão do setor e está alcançando sua última fronteira, já que é muito forte no mercado de aparelhos celulares e televisores, e agora se destaca também em computadores”, afirma Sandro Cimatti, sócio diretor da CVA, num comunicado da empresa.
Os fabricantes nacionais tiveram resultados ruins tanto em força de marca como em valor percebido. “Está muito evidente pelo estudo que a indústria nacional não está conseguindo competir em qualidade nesse setor de computadores”, diz Cimatti.
A Apple tem maior valor percebido em desktops, 1,1. O detalhe curioso é que muitos brasileiros acham que a melhor maneira de ter boa relação custo/benefício é montar seu próprio computador. Em segundo lugar em valor percebido de PC de mesa, vem a opção montagem própria com nota 1,06.
“A montagem própria vem se mantendo em boa posição nos últimos quatro anos e continua tendo bom valor percebido”, diz Cimatti.

Fonte: Info. 

11 de mar. de 2013

Consumidor não é obrigado a comprar sistema operacional junto do PC.

Não se engane na hora de comprar um computador: você não é obrigado a utilizar um sistema operacional que o fabricante te empurra na hora da venda. Se o vendedor se recusar a oferecer uma alternativa, isso se configura como venda casada, o que é proibido em lei.

"Se a venda com o sistema operacional instalado implicar em um valor adicional e houver a imposição de que o consumidor só puder comprar com o software na máquina, isso é uma venda casada", explica Maira Feltrim Alves, assessora técnica do Procon-SP.

O cliente está protegido pelo Código de Proteção ao Consumidor neste caso. Se ele quiser ter em seu computador um sistema gratuito como o Ubuntu, por exemplo, ele não precisa pagar por uma licença do Windows. 

O primeiro passo para quem não quiser aceitar o software instalado em seu computador é insistir na negociação com o fornecedor, informando que se trata de uma prática abusiva. Caso ele não ceda, o próximo passo é procurar o Procon de seu estado, com todas as informações sobre o caso, sugere a assessora.

É uma boa ideia não aceitar a instalação da licença do software na hora de ligar o computador pela primeira vez, caso o aparelho já tenha sido adquirido. Isso facilita o processo de pedir um reembolso pelo sistema operacional indesejado.

A empresa deverá ser notificada e multada, caso não corrija a falha. Uma outra alternativa é buscar a justiça para fazer valer os seus direitos.
 
Fonte: Olhar Digital.

27 de fev. de 2013

Segurança no mundo Apple: antivírus.

O primeiro vírus de computador foi criado por Bob Thomas, em 1971. Chamado de “Creeper”, ele infectava computadores DEC PDP-10 executando o sistema operacional TENEX. Ao longo do tempo o sistema mais atacado por pragas virtuais foi disparadamente o Windows, embora o Android venha lutando dia a dia para assumir este posto. Grande parte dos especialistas acreditam que essas plataformas possuem maior quantidade de malwares criados em função do número de computadores e dispositivos presentes no mercado. Particularmente, acredito que essa ótica está correta porém aliada à falta de proteção por parte dos SOs afetados. Quanto mais fácil e vulnerável for o sistema, maior a quantidade de pessoas capacitadas para criar códigos maliciosos.
Nessa área posso falar com propriedade pois criei a título de estudo o primeiro código malicioso para MSN que utilizava a lista de contato dos sistemas infectados para se propagar. Além dessa experiência, também criei uma backdoor para sistemas Unix que executava remotamente comandos no sistema recebendo e enviando dados via protocolo ICMP, dessa forma ela despistava a suspeita de portas TCP ou UDP abertas e também possíveis bloqueios de firewall.
Desde o início da série Segurança no mundo Apple, abordei diversos recursos presentes nas camadas de segurança do OS X. Esses, alinhados com boas práticas, elevam a segurança do sistema operacional da Apple, fazendo dele o SO mais avançado do mundo e um dos mais seguros. Atualmente existe uma lista pequena de malwares identificados e presentes no mundo Apple, sendo que grande parte desses exploram a falta de conhecimento do usuário ou framework de terceiros, como por exemplo Java, Flash e Adobe Reader.
Tecnicamente a instalação de ferramentas antivírus ajuda a prevenir a infecção do OS X e também evita que o sistema se torne um hospedeiro utilizado para espalhar vírus para outros computadores através da troca de arquivos. Estas ferramentas rapidamente identificam o conteúdo suspeito comparando-o com uma base de dados de malwares conhecidos. Caso você opte em instalar uma ferramenta antivírus, verifique se ela está atualizada com as últimas definições e garanta que se mantenha atualizada em um menor espaço de tempo possível.
Tenha em mente que um antivirus será mais um aplicativo alocado em memória que estará consumindo o recurso computacional. Se você for um usuário leigo ou que não quer se preocupar com boas práticas, a instalação de um antivirus é altamente recomendada. Mas se você for um usuário que preza por desempenho e quer assumir o risco participando de todas as decisões do sistema, bem-vindo ao meu time:
  • Durante a série descobrimos que, para garantirmos a integridade do sistema, o recomendável é utilizarmos uma conta de usuário do tipo Padrão.
  • Sabemos que a própria Apple tem uma lista de definição de programas maliciosos e através dessa o OS X evita que programas executem e causem problemas para o sistema.
  • Mantenha o sistema atualizado sempre.
  • Mantenha habilitado o Gatekeeper com a opção “Mac App Store e desenvolvedores identificados”. Desconfie de arquivos de terceiros que não estejam assinados digitalmente.
  • Mantenha o firewall pessoal ativado.
  • Inspecione os arquivos que estão sendo carregados durante a inicialização do sistema. Uma boa ferramenta gráfica para isso é o Lingon, disponível na Mac App Store.
  • Não baixe e execute aplicativos crackeados — existe uma relação de troca, nada é de graça neste mundo amigo!
  • Visite apenas sites confiáveis e abra somente arquivos oriundos de fontes garantidas.
  • Ultimamente o recomendável é que desabilite o Java do navegador, habilite-o apenas quando necessário.
Estes são apenas alguns exemplos do que você pode fazer para elevar o nível de segurança do seu sistema, em resumo saiba que:
  • Desde que o malware não explore uma vulnerabilidade para elevação de privilégio, ele executará ações com a mesma permissão do usuário que executou a aplicação maliciosa.
  • Além de infectar outras máquinas e se propagar, todo vírus tem uma tarefa que é se manter no sistema — provavelmente ele vai criar um registro para a sua inicialização junto ao sistema ou infectar aplicativos nativos dele.
Se você gosta desse tema, o site Malware.lu mantém uma lista crescente de malwares e artigos para download — um excelente repositório de conhecimento para pesquisadores na área de segurança.

Fonte: MacMagazine.