23 de jun. de 2013

Rede social Talenda pretende facilitar contratação.

Arrumar o trabalho dos sonhos é uma tarefa bem complexa para os profissionais. Mas o que muita gente não sabe é que as empresas têm a mesma dificuldade na hora de encontrar o profissional perfeito. A Talenda, uma nova rede social, pretende, em breve, facilitar esse desafio, para ambos os lados.
Ainda em fase de testes para alguns usuários e empresas, a Talenda conecta empresas, recrutadores e profissionais que têm interesses em comum. Por exemplo, um engenheiro especializado em rodas de carros que busca uma vaga, ao se cadastrar na Talenda,  será indicado para empresas e recrutadores que buscam um profissional com este perfil. Conectados, eles podem marcar reuniões, conferir detalhes sobre os currículos, salário proposto e, claro, iniciar a negociação. Tudo eletronicamente.
“Diferentemente dos atuais serviços de recrutamento, a Talenda conecta profissionais instantaneamente. Ou seja, reduz drasticamente o custo e o tempo do processo de seleção habitual, que pode chegar a seis meses”, diz o alemão Marcus Tiel, criador do serviço e especialista em recursos humanos.
De acordo com Tiel, a rede social – que está sendo montada com o dinheiro de suas economias – deve estrear antes do final do ano. Numa entrevista a INFO, ele explica um pouco mais do desafio de montar a Talenda e como ela vai funcionar.

Por que você criou o serviço? Trabalho há 12 anos na área de recursos humanos. Passei por empresas grandes, como multinacionais, e empresas de pequeno porte da Alemanha. Em todas elas, uma das minhas tarefas sempre foi encontrar candidatos de forma rápida, precisa e econômica, mas isso era impossível. Nas duas, a complexidade e a dificuldade de achar pessoas com o perfil desejado eram as mesmas, mesmo usando os sistemas de internet de recrutamento e seleção. Como há uma demanda grande por uma tecnologia que resolva isso, eu criei a Talenda. Ela também ajudará os profissionais, já que muitos reclamam da ineficiência dos sites de empregos – uma realidade do mundo inteiro. Tem um outro motivo: eu sempre quis ser empresário, empreender e inovar.

Qual é a complexidade do setor de recrutamento e seleção que a Talenda visa resolver? As empresas demoram para achar um bom profissional. E quando encontram, é tanta decisão e burocracia até a contratação que o profissional pode ir para outro trabalho. A Talenda quer diminuir essa burocracia. Para isso, ela tem uma inteligência para conectar empresa e profissional que têm um interesse em comum. Desse modo, os recrutadores podem encontrar facilmente profissionais abertos a novas oportunidades mesmo que esses não estejam à procura de um novo trabalho ou mesmo empregados. A tecnologia da rede social Talenda distribui vagas automaticamente para os candidatos mais interessantes, ou seja, aqueles que têm o perfil que mais se encaixa aos detalhes das vagas. Com a inteligência do algoritmo, os recrutadores, por exemplo, não precisam ficar ligando para dezenas de candidatos para descobrir, entre eles, quem têm o perfil desejado. 

Quais os desafios para montar uma startup de recrutamento e seleção? O maior é o aspecto tecnológico, porque a programação e a construção da rede social é trabalhosa. Eu uso profissionais de fábrica de software da Índia, Polônia e Alemanha que entendem muito de desenvolvimento para internet.

A Talenda vai funcionar em quais países? O serviço vai funcionar nos primeiros três anos de vida nos países do BRIC , isto é, Brasil, Rússia, Índia e China, mais Alemanha e Estados Unidos. Depois, vou identificar outros países economicamente fortes para levar a rede social.

Quem serão os principais beneficiados pelos serviços da Talenda? Dois grupos: de um lado, recrutadores de empresas multinacionais e de porte médio que procuram talentos a curto e longo prazo; do outro, pessoas que gostariam de ser informadas automaticamente sobre vagas que combinam com seu perfil profissional. O grande benefício para ambos é financeiro: candidatos inscritos não pagam pelo serviço da Talenda. Para recrutadores, o valor do serviço é baixo para o alcance de profissionais que a rede social poderá oferecer.

Quando a Talenda estará no ar? Por enquanto, a Talenda está em fase de teste para um número restrito de candidatos e recrutadores. Nosso plano é entrar no ar a partir de outubro de 2013. Quando isso acontecer, os interessados poderão usar seus dados profissionais de outras redes sociais, como Facebook e LinkedIn, para usar a Talenda.


22 de jun. de 2013

iPad Mini será lançado no Brasil dia 25 de Junho.

Pode acreditar, agora ele vem. O iPad Mini, que está liberado para venda pela Anatel desde novembro de 2012, finalmente será lançado no Brasil na próxima semana, mais especificamente na próxima terça-feira, 25/6.
As informações foram reveladas na madrugada de quinta para sexta, 21/6, por sites de revendas como FNAC e Saraiva, que já estampam a chamada de lançamento do tablet de 7,9 polegadas da Apple em suas páginas. A Fast Shop anunciou que também começa a vender o aparelho na terça.

Sem preço.

Apesar de revelarem a aguardada data de lançamento do produto, nenhuma das lojas citadas informa quais os preços do tablet no mercado nacional. A loja online da Apple Brasil não traz nenhuma informação sobre a chegada do iPad Mini ao país.
Segundo a FNAC, os preços só serão revelados no dia da venda; a empresa informou ainda que o iPad Mini começa a ser vendido em seu site às 8h da próxima terça, 25. Até o fechamento da reportagem, a Saraiva não havia respondido a esses questionamentos.
Vale lembrar que o aparelho foi lançado originalmente em outubro do ano passado nos EUA, onde tem preços a partir de 329 dólares. É esperada uma segunda geração do tablet no segundo semestre de 2013.



Facebook e movimentos estudantis lideram protestos no país.

Pela primeira vez em sua história, o Brasil, um país de poucas manifestações, protagoniza protestos maciços organizados de forma espontânea através da rede social Facebook, em um país que utiliza com voracidade este tipo de canal, agora com uma ampla aparência política.
A última vez que se viveu uma situação social semelhante foi em 1992, quando a indignação com a situação econômica e política do país levou milhares de pessoas a sair às ruas para pedir a renúncia do então presidente, Fernando Collor de Mello, envolvido em um escândalo de corrupção.
Na época não havia redes sociais e a internet mal era conhecida, e as manifestações eram lideradas por pessoas visíveis, algumas das quais comandariam anos depois o destino do país, como o PT do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da atual governante, Dilma Rousseff.
Agora, mais de 20 anos depois e no meio da realização da Copa das Confederações, centenas de milhares de brasileiros saem às ruas com algumas reivindicações parecidas às de então, como acabar com a corrupção e melhorar a saúde e educação, à qual se acrescentou como novidade a rejeição às despesas astronômicas com eventos esportivos.
No entanto, agora falta um líder definido, um porta-voz ou uma organização, e o que une a todos são as redes sociais, em particular o Facebook.
Isso traz dificuldades à própria Polícia. "Não há nenhuma liderança, uma coordenação. Não sabemos nunca o que vão fazer, qual é a pauta", disse o coronel Marcelo Pignatari, responsável pelo comando da avenida Paulista durante um protesto na quinta-feira passada.
Por isso a Polícia começou a monitorar as redes sociais, admitiu.
Os eventos se multiplicam pelo Facebook com as mais variadas intenções, desde os protestos que buscam melhorar a sociedade até propostas para restaurar o Paço Imperial, no centro do Rio de Janeiro.
Segundo dados divulgados esta semana pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, no Brasil há 80,9 milhões de usuários de internet e 139,8 milhões de usuários de telefone celular, em um país com mais de 190 milhões de habitantes.
Na manifestação desta quinta-feira no Rio de Janeiro, a estudante de Filosofia Naomi Baranek, de 19 anos, explicou à Efe que ela ficou sabendo da manifestação pelo Facebook, embora houvessem movimentos estudantis dentro das universidades públicas que divulgavam esta informação.
As universidades são "um ponto de encontro para deliberar" os temas de interesse "nesta frente de luta", conta à Efe Rian Rodrigues, um estudante de Educação Física de 25 anos que faz parte do Fórum de Lutas contra o Aumento da Passagem.
Trata-se de um movimento do Rio de Janeiro que nasceu para evitar o aumento das passagens do transporte público, mas que agora se senta para discutir outros temas.
Rodrigues reconhece que "falta liderança, direção" nos protestos e que este deveria surgir "dos partidos de esquerda" do país, por sua vez critica o papel dos grandes meios de comunicação do Brasil e a direita política perante as manifestações.
Ao mesmo tempo, os participantes dos protestos vaiaram militantes que portavam bandeiras de partidos de esquerda nas marchas e na quinta-feira queimaram uma do PT em São Paulo, em uma tentativa de manter o movimento apartidário.
Segundo o professor de História Renato Pellizzari, a demora da população em começar a se manifestar criou uma espécie de necessidade de querer reivindicar tudo ao mesmo tempo.
"Mas agora que o povo soube que pode reivindicar, tem que mostrá-lo sempre que estiver insatisfeito, tem que participar ativamente, não só nas urnas. Tem que se manifestar durante os quatro anos de mandato, influir nas decisões", afirmou.

21 de jun. de 2013

Em 24 horas, usuários postam 5 milhões de vídeos no Instagram.

Após o Instagram atualizar o seu aplicativo, permitindo aos usuários postarem vídeos de até 15 segundos, mais de 5 milhões de pequenas produções já foram postadas na rede social. 
Segundo o site americano Cnet, durante a final da NBA, disputada entre as equipes do Miami Heat e San Antonio Spurs na noite da última quinta-feira, aproximadamente 40 horas de vídeos foram postadas por minuto na rede social. 
Durante a apresentação realizada na quinta-feira, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, afirmou que as alterações no Instagram fazem parte da estratégia da empresa de fortalecer os seus negócios no mercado mobile. 
“Quando adquirimos o Instagram, uma equipe de doze pessoas desenvolvia este aplicativo para um público de 20 milhões de usuários. Agora, nós triplicamos esse time e o serviço conta com mais de 100 milhões de usuários”, disse Zuckerbeg. Em abril do ano passado, o Facebook adquiriu o Instagram em uma negociação de cerca de 1 bilhão de dólares.
De acordo com Kevin Systrom, criador do Instagram, o aplicativo conta com 130 milhões de usuários e possui 16 bilhões de fotos compartilhadas. Ao que parece, a tendência deverá ser a mesma com os vídeos postados pelos usuários.

Focada em "amigos reais", rede social Tuenti chega ao País.

Após um ano de testes no Brasil, uma das maiores redes sociais espanhola Tuenti ganhou sua versão defnitiva no País. Lançado em julho do ano passado na América Latina, a ferramenta, que valoriza a interação com amigos reais, tem como foco a privacidade e a segurança.
O principal diferencial do Tuenti é que os perfis não são indexados em buscadores como Google e as opções de privacidade padrão do serviço são as máximas: informações pessoais e fotos podem ser visualizadas apenas por amigos.

O nome da plataforma, "Tuenti", é um trocadilho com a expressão em espanhol "tu entidad" ("sua identidade") e a palavra inglesa "twenty" ("vinte"). Depois de analisar milhões de mensagens, a empresa comprovou que a maioria dos usuários se comunica com somente 20 pessoas, e que 90% das mensagens enviadas sempre têm como destinatários alguns poucos amigos.
A rede social aceitava novos membros apenas com convites, o que não acontece mais hoje, com 10 milhões de usuários únicos na Espanha (6 milhões deles pelo celular), onde supera sites como Google e Facebook em tráfego.