19 de mar. de 2013

Apple atualiza iOS e corrige falha de segurança.

No mês passado uma falha de segurança foi descoberta no iOS. Ao executar uma certa sequência de toques em botões específicos e com um timing preciso, era possível acessar informações como fotos e a agenda de contatos de iPhones rodando o sistema. Hoje, mais de 30 dias após a ampla divulgação dessa brecha, a Apple liberou uma correção.
O iOS 6.1.3 está disponível hoje para todos os aparelhos mais recentes rodando iOS, incluindo o iPad, que não era afetado pela brecha por não ter a opção de fazer ligações. A atualização tem entre 18 e 40 MB de tamanho se for feita pelo próprio dispositivo, na opção “Atualização de software” da app de configurações. De quebra, o update traz também melhorias para mapas do Japão.
Dado o intervalo de tempo entre a descoberta da falha e a liberação da correção, das duas uma: ou a brecha era realmente difícil de tapar e os engenheiros da Apple tiveram um grande trabalho encontrando um meio ou a empresa da maçã não deve ter achado que a falha não era muito séria.
Usando uma estimativa aproximada combinada com a lógica Apple de resolução de problemas graves de segurança, é possível prever que essa mesma falha retornará aos dispositivos iOS em dois anos, na versão 8 do sistema. E a Apple deverá demorar cerca de dois meses para corrigi-la.

Fonte: Tecnoblog.

A evolução da Computação em Nuvem e o futuro da TI - por Cezar Taurion


Acompanho de perto a evolução da computação em nuvem e, realmente, de 2009, quando escrevi um livro sobre o assunto,  para hoje, dá para ver nitidamente um amadurecimento do seu conceito. Já vemos aqui e ali experiências positivas que servem de best practices, além de insights bem interessantes para uso inovador desse modelo. Nas conversas com CIOs, também fica claro que uma parcela significativa deles já compreende (e absorveu a ideia) que cloud vai trazer mudanças nos papéis e responsabilidades de TI.
Os medos e os receios iniciais, o velho FUD (Fear, Uncertainty and Doubt), que sempre acompanha as mudanças tecnológicas, vem sendo pouco a pouco eliminados, à medida que cloud é mais bem compreendido.
A visão inicial de cloud focado na redução de custos começa a ser ampliada e já vemos casos de seu uso de forma inovadora, criando novos negócios ou gerando oportunidades de negócio que o antigo paradigma de TI não permitia. Na prática, à medida que cloud for se disseminando, o fator redução de custo terá menos importância, uma vez que as empresas estarão usando esse modelo de forma natural, como hoje usamos o cliente-servidor. Os fatores que impulsionarão cloud serão flexibilidade e velocidade no time-to-market, fundamentais no cenário altamente competitivo do século XXI. Criar um novo negócio sem precisar montar uma cara infraestrutura de TI será algo que abrirá espaço para o surgimento de novos negócios, bem como permitirá empresas já existentes explorarem novas ideias e produtos com investimentos bem menores. Em vez de capital financeiro para bancar a infra tecnológica, o eixo da competição vai se deslocar para o capital intelectual.
O papel de TI é afetado. Com provedores externos cuidando da infraestrutura tecnológica (em nuvens públicas ou mesmo privadas), as áreas de TI podem concentrar seus esforços e energia na inovação, gerando novas oportunidades de negócio. Portanto, a TI, livre da âncora de cuidar de tarefas de zero valor agregado, como instalar uma nova versão de sistema operacional ou um novo release de banco de dados, vai se concentrar nos aspectos mais importantes do negócio. Os profissionais dessas funções operacionais vão se concentrar nos provedores de TI ou nas grandes empresas que manterão dentro de casa suas nuvens privadas. Outro setor que será muito afetado serão os atuais VAR (Value Added Reseller), que vivem de comprar hardware mais barato e vendê-los com alguma margem adicional para seus clientes. Os grandes provedores de nuvem comprarão servidores em grandes lotes, indo diretamente aos fabricantes. As empresas de pequeno e médio porte, no fim da década, estarão comprometidas com as nuvens, não mais adquirindo servidores  físicos. Suas aquisições serão mais e mais exclusivamente de servidores virtuais.
Essas transformações já estão ocorrendo. A IBM, por exemplo, ajudou a implementar mais de 3.500 nuvens privadas em todo o mundo. O domínio de TI passa de hardware e sua posse para o mundo do software. Cloud, na verdade, transforma hardware em software… O desafio para a área e os executivos de TI é conseguirem se adaptar rapidamente a essa inevitável transformação e assumirem a liderança do processo. A migração do ambiente on-premise para cloud é um caminho sem volta e, se a TI não assumir papel estratégico e preponderante, o resultante poderá afetar de forma negativa a empresa.
Mas a adoção de cloud tem desafios, e a área de TI deve entender claramente os riscos envolvidos. Os exemplos lidos na mídia especializada nem sempre são válidos para todas as empresas. O nível de maturidade da organização para adotar a computação em nuvem é um fator de grande relevância. Dependendo da indústria, proatividade da estratégia do negócio, seu posicionamento no mercado e mesmo a infraestrutura disponível no seu país, o ritmo de adoção de cloud vai se tornar único para cada empresa.
Portanto, a estratégia de adoção de cloud deve extrapolar a TI. Envolve o negócio em si. TI deve definir a arquitetura tecnológica, orientar a migração, definir best practices e poliíicas de adoção e uso de cloud. TI deve sair do paradigma de controlador para advisor.
Um exemplo: quando cloud surgiu, discutiu-se muito as questões de segurança. Na minha opinião muito mais FUD que realidade, uma vez que um data center de um provedor de grande porte de nuvem tem muito mais recursos de segurança que a maioria dos data centers das empresas. Agora o eixo da discussão começa a se deslocar para interoperabilidade, definição de padrões abertos e adoção de best practices de governança em nuvens. Interoperabilidade porque com certeza em um horizonte previsível a maioria das grandes empresas vai ter seu workload em nuvens privadas, mais de uma nuvem pública e em sistemas on-premise. Como interoperar esse ambiente? A TI deverá ter essa resposta!

Fote: iMasters - autor Cezar Taurion

Justiça Americana multa mulher em U$$ 222 mil por ter baixado 24 músicas.


A Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou a ouvir as apelações de Jammie Thomas-Rasset, que foi condenada a pagar US$ 222 mil por baixar 24 músicas ilegalmente pelo Kazaa.
Ela foi a primeira pessoa a revidar contra um processo em massa aberto nos anos anos 2000 pela RIAA (associação que reúne Universal, Sony, Warner e EMI).
Em agosto de 2005, Jammie, assim como milhares de americanos, recebeu uma carta avisando sobre o caso, só que em 2007 ela resolveu bater de frente. Só ela e outra pessoa tomaram essa atitude, o estudante Joel Tenenbaum.
Após seis anos de processo, passando por três vereditos diferentes (US$ 1,5 milhão, US$ 1,92 milhão e US$ 222 mil), ela esperava ser ouvida pela Suprema Corte para dizer que a condenação seria inconstitucional, o que não aconteceu.
É a terceira vez que a Corte se nega a analisar um caso contra a RIAA, sendo que um dos outros dois foi o de Tenenbaum, condenado a pagar US$ 675 mil por compartilhar 30 músicas.
Em entrevista à Wired, Jammie afirmou não ter como pagar essa quantia. "Se eles decidirem tentar recolher [os US$ 222 mil] eu vou à falência, já que não tenho outra opção", lamentou.
 
Fonte: Olhar Digital.

Amazon lança Kindle Paperwhite no Brasil e dá 3G de graça.


A Amazon vende, desde esta terça-feira, dois novos modelos do leitor eletrônico Kindle no Brasil. A versão Paperwhite, que tem tela sensível ao toque e iluminação integrada, chega com opções de conexão Wi-Fi e Wi-Fi com 3G. Os preços sugeridos para o aparelho mais avançado da linha são de R$ 479 e R$ 699. Segundo o Estado de S. Paulo, o modelo mais simples, com botões e tela e-ink (que não emite luz, aproximando-se do livro, mas também não permite leitura no escuro) continuará à venda por R$ 300. O Amazon Kindle Paperwhite está à venda na loja online do Ponto Frio, nas lojas físicas da Livraria da Vila, e nos quiosques próprios da marca nos shoppings Morumbi e Iguatemi em São Paulo e no Barra Mall e Leblon no Rio de Janeiro.

Segundo disse o CEO da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro, ao Estado de S. Paulo, o Kindle Paperwhite ainda não está disponível na Amazon.com.br, mas afirma que a gigante do varejo online "tem planos além de quiosques" para o País. O executivo afirmou que a loja da companhia no Brasil agora "está completa" e que "tablets (como o Kindle Fire, lançado em 2011) virão". Szapiro ainda mencionou que a Amazon está satisfeita com o mercado verde-amarelo, que apresentaria crescimento semanalmente - não foram divulgados números. Para estimular o consumidor por aqui, a empresa vende as duas versões do leitor eletrônico - com tela de 6 polegadas e capacidade para 1,1 mil livros - com plano de internet incluso.

Fonte: Terra Tecnologia.

Microsoft deve lançar Windows 9 em novembro de 2014.

O Windows 8 sequer se estabeleceu no mercado e já existem alguns indícios de uma nova versão do sistema operacional da Microsoft. De acordo com especulações que caíram na web nesta segunda-feira (18), a empresa norte-americana já começou a trabalhar no Windows 9. O lançamento da plataforma, porém, deve acontecer apenas em 2014.


O site chinês Win8China foi o primeiro a escrever sobre o tópico e informou que, segundo fontes com conhecimento do assunto, a companhia está trabalhando para desenvolver uma edição beta, para testes, do seu novo Windows para janeiro do ano que vem. Ainda de acordo com a página, o lançamento da versão final deve acontecer somente em novembro de 2014.
A expectativa é de que o Windows 9 traga uma série de evoluções se comparado com a versão atual do sistema operacional. As principais melhorias devem ter relação com o suporte ao touchscreen, implementado pela primeira vez pela Microsoft justamente no Windows 8.  A edição móvel, o Windows Phone, também deve ganhar uma versão 9.
Também nesta segunda-feira, foi revelado que a Microsoft vai parar de dar suporte ao Windows Phone 8 em julho do ano que vem. Ou seja, faria bastante sentido lançar uma nova versão alguns meses depois. De certa forma, o Windows 8 e o Windows Phone 8 não cativaram os usuários da forma como a empresa esperava e, talvez por isso, ela já esteja pensando em novos produtos para ser melhor sucedida no próximo ano.


Fonte: TechTudo.


Do autor: Seria a Microsoft repetindo o que ocorreu com o Windows Vista e Windows 7? 
Onde o Windows Vista foi uma piada, cheio de bugs e vulnerabilidades, o que forçou a Microsoft a lançar em um curto espaço de tempo o Windows 7 para evitar que a dor de cabeça fosse maior?