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14 de jun. de 2013

Microsoft estreia Office no iPhone.

O Office para iOS era esperado apenas para 2014, segundo boatos. Mas a estreia veio bem antes: a Microsoft lançou hoje a versão para o sistema da Apple da suíte de escritório.
Gratuito para download, mas não para uso, o aplicativo traz versões simplificadas do Word, do Excel e do PowerPoint. Os três permitem abrir e editar arquivos nos formatos DOC, XLS, PPT e derivados mais novos (DOCX, por exemplo), embora apresentem recursos limitados.
Conectado à nuvem do SkyDrive, o Office Mobile ainda permite acessar documentos abertos recentemente no computador – uma das funcionalidades do Office 2013. O PowerPoint traz também o recurso de “visão do apresentador”, que, na hora de uma apresentação de slides, mostra uma tela diferente no smartphone, quase como uma central de comando.
O app, no entanto, apresenta poucos recursos se comparado não só com a versão de desktops do Office, como também com outros editores para iOS. Além disso, apesar de gratuito, é preciso ter uma conta do Office 365 para poder utilizar o Word, o PowerPoint e o Excel móveis. A assinatura permite usar a suíte em até cinco dispositivos – e o iPhone será um deles.
Aliás, o aplicativo tem a interface adaptada apenas para o iPhone e para o iPod Touch, e pode ser instalado nos smartphones a partir do 4 e nos players a partir do 5. A Microsoft recomenda que donos de iPad continuem usando o Office WebApps, já que não pretende lançar uma versão para o tablet.
Por enquanto, o Office Mobile não está disponível na App Store brasileira – o que não deve demorar para acontecer. Nada foi dito em relação à versão do Office para Android, mas, como a do iOS foi lançada “na surdina”, alguma surpresa pode aparecer.

2 de mai. de 2013

Android supera Apple em venda de tablets, diz IDC.

Segundo estudo divulgado ontem pela consultoria americana International Data Corporation (IDC), tablets que rodam Android superaram o iPad em vendas no primeiro semestre deste ano.
Durante o período, 27,8 milhões de aparelhos Android foram vendidos; já a apple comercializou 19,5 milhões de iPads.
Os dados apontam que o Android segue na liderança do mercado: 56,6% dos tablets rodam o sistema do Google, um crescimento de 17% em relação ao primeiro trimestre de 2012. O iOS fica em segundo lugar, com 39,6%, e o Windows 8 Pro alcança apenas 2,3% dos dispositivos.
No entanto, o avanço ainda não assusta a empresa liderada por Tim Cook, que detém a liderança do mercado mundial de tablets, com uma fatia de 39,6% do mercado. A Samsung aparece em segundo lugar, com 17,9% das participações, seguida da ASUS, com 5,5% e da Amazon, com 3,7%.
A IDC afirma ainda que Apple e Samsung são as maiores responsáveis por impulsionarem o mercado de tablets, que registrou 49,2 milhões de aparelhos vendidos em 2013, um aumento de 142% em comparação ao trimestre do ano anterior.

Fonte: Info.

19 de mar. de 2013

Apple atualiza iOS e corrige falha de segurança.

No mês passado uma falha de segurança foi descoberta no iOS. Ao executar uma certa sequência de toques em botões específicos e com um timing preciso, era possível acessar informações como fotos e a agenda de contatos de iPhones rodando o sistema. Hoje, mais de 30 dias após a ampla divulgação dessa brecha, a Apple liberou uma correção.
O iOS 6.1.3 está disponível hoje para todos os aparelhos mais recentes rodando iOS, incluindo o iPad, que não era afetado pela brecha por não ter a opção de fazer ligações. A atualização tem entre 18 e 40 MB de tamanho se for feita pelo próprio dispositivo, na opção “Atualização de software” da app de configurações. De quebra, o update traz também melhorias para mapas do Japão.
Dado o intervalo de tempo entre a descoberta da falha e a liberação da correção, das duas uma: ou a brecha era realmente difícil de tapar e os engenheiros da Apple tiveram um grande trabalho encontrando um meio ou a empresa da maçã não deve ter achado que a falha não era muito séria.
Usando uma estimativa aproximada combinada com a lógica Apple de resolução de problemas graves de segurança, é possível prever que essa mesma falha retornará aos dispositivos iOS em dois anos, na versão 8 do sistema. E a Apple deverá demorar cerca de dois meses para corrigi-la.

Fonte: Tecnoblog.