2 de mai. de 2013

Android supera Apple em venda de tablets, diz IDC.

Segundo estudo divulgado ontem pela consultoria americana International Data Corporation (IDC), tablets que rodam Android superaram o iPad em vendas no primeiro semestre deste ano.
Durante o período, 27,8 milhões de aparelhos Android foram vendidos; já a apple comercializou 19,5 milhões de iPads.
Os dados apontam que o Android segue na liderança do mercado: 56,6% dos tablets rodam o sistema do Google, um crescimento de 17% em relação ao primeiro trimestre de 2012. O iOS fica em segundo lugar, com 39,6%, e o Windows 8 Pro alcança apenas 2,3% dos dispositivos.
No entanto, o avanço ainda não assusta a empresa liderada por Tim Cook, que detém a liderança do mercado mundial de tablets, com uma fatia de 39,6% do mercado. A Samsung aparece em segundo lugar, com 17,9% das participações, seguida da ASUS, com 5,5% e da Amazon, com 3,7%.
A IDC afirma ainda que Apple e Samsung são as maiores responsáveis por impulsionarem o mercado de tablets, que registrou 49,2 milhões de aparelhos vendidos em 2013, um aumento de 142% em comparação ao trimestre do ano anterior.

Fonte: Info.

Brasil é mantido pelos EUA em lista de pirataria.

Os Estados Unidos mantiveram por mais um ano o Brasil na lista de observação da seção especial 301, o relatório anual sobre supostas violações ao direito de propriedade intelectual cometidas por seus parceiros comerciais.
Em 2007, o País foi retirado de uma qualificação mais pesada, a lista prioritária de observação. Desde então, apesar dos argumentos da indústria brasileira sobre avanços nesse campo, não houve gestos positivos das autoridades americanas.
O relatório da seção especial 301 foi divulgado na quarta-feira, 01, pela Representação de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). No caso brasileiro, o texto informa “a continuidade dos desafios na área de pirataria de autoria na internet” e pede “o fortalecimento do regime legal” e o “aumento da ação policial contra essa prática”. Preocupação mais antiga dos EUA e reproduzida no relatório deste ano diz respeito à indústria farmacêutica brasileira.
O USTR reclamou no relatório do direito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) à anuência prévia de pedidos de patentes farmacêuticas para medicamentos considerados relevantes à saúde pública. Esse exame ocorre antes de a solicitação chegar ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), encarregado de emitir as patentes. O direito da Anvisa à anuência prévia foi reiterado pelo governo em abril e saudado por entidades como Médicos sem Fronteiras.
O exame prévio da Anvisa permitiu, nos últimos anos, a revogação de patentes de remédios fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre eles, um prescrito para câncer de mama e ovário. Um dos pedidos de patente em avaliação pela Anvisa é para o lopinavir/ritonavir, usado no tratamento de HIV/aids e hoje vendido no Brasil pelo laboratório americano Abbott.
O relatório alega ter a Procuradoria-Geral da República se oposto ao direito de anuência prévia da Anvisa. Em coerência com os interesses da indústria farmacêutica americana, o USTR reclamou ainda do acúmulo de pedidos de patente sem decisão final no INPI e da falta de clareza do sistema brasileiro de proteção dos produtos patenteados no comércio local.
“Os EUA apelam para o Brasil continuar a trabalhar com as partes interessadas para assegurar que o seu processo de exame de patentes seja transparente e previsível”, diz o documento. “O Brasil continua a experimentar ampla pirataria e falsificação”, acrescenta.
O Brasil está na lista de observação da seção especial 301 ao lado de 30 países, inclusive densos aliados dos EUA, como Canadá Israel e o México. A presença do País na lista não resulta em aplicação de sanções pelos EUA, mas serve como instrumento de pressão.
“Trata-se de um trunfo que os EUA têm à mão para, por exemplo, rever os benefícios ao Brasil no Sistema Geral de Preferências (SGP)”, disse Célia Feldpausch, diretora da Coalizão Industrial do Brasil, que representa empresas do setor em Washington. O SGP permite a entrada de mais de 1.000 itens brasileiros no mercado dos EUA com tarifas reduzidas.
Em fevereiro, a Coalizão, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a seção brasileira do Conselho Empresarial Brasil-EUA (Cebeu) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) pediram a remoção do País da lista. A Pharma, representante da indústria farmacêutica americana, solicitou o contrário - o retorno do Brasil à lista prioritária de observação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Info.

Na mão: as primeiras impressões do Galaxy S4.

Com um acabamento bem diferente do escolhido para o Galaxy S III, o novo topo de linha da Samsung, o Galaxy S4, finalmente ostenta uma imagem mais coerente com a de um smartphone topo de linha.
Ainda construído em plástico, o aparelho troca os cantos arredondados por laterais mais retas, o que proporciona uma pegada mais firme. Imitando aço escovado, a pintura da lateral também deixou o aparelho mais elegante. A tampa traseira também recebeu uma textura na pintura. No geral, o S4 ficou muito mais bonito que seu antecessor.
Mesmo com uma tela ligeiramente maior (5 polegadas do S4, contra 4,8 polegadas do S III), as medidas dos aparelhos são praticamente idênticas às do modelo anterior. Pesando 130 g, o S4 emagreceu 3 gramas em relação ao S III.
Ainda que seja grande demais para alguns usuários, o S4 não fica desconfortável em um bolso de calça ou durante a operação com uma única mão. Só nas tentativas de alcançar a parte superior da tela com o dedão é que a frustração pode aparecer.
Com 1.920 por 1.080 pixels, é difícil desviar os olhos da tela do S4. Propositalmente, as cores parecem ligeiramente saturadas, dando um aspecto mais vivo ao sistema e a tons quentes, mesmo que eles não sejam uma característica muito presente na interface TouchWiz, que tradicionalmente aposta em uma palheta mais fria.


Sem entrar nos detalhes dos recursos do aparelho, que são muitos, não há uma mudança muito significativa e visual na interface. A única exceção é a grande quantidade de botões de configuração na barra de acesso rápido, um reflexo dos sensores e novidades do smartphone.
Se acostumar com cada uma delas e até mesmo ativar as que não são acionadas por padrão, como a rolagem automática com o movimento da cabeça, é uma tarefa exaustiva no começo. Há tantas opções que, no primeiro contato, o usuário pode achar a tarefa exaustiva. Por outro lado, com um acesso mais dosado a cada recurso, o aparelho pode se transformar em uma plataforma muito mais ágil e prática.
Podemos sentir o desempenho do aparelho no acesso a aplicativos. Rodamos rapidamente os mais comuns, como Instagram, Facebook, Vídeos, e os novos recursos da câmera. Tudo sem nenhum engasgo ou lentidão. Os 2 GB de memória RAM também ajudam a deixar tudo mais ágil, assim como o Android 4.2. Infelizmente, o recurso Photo Sphere não foi incluído na interface da Samsung. Ele registra uma panorâmica em 360 graus similar ao Google Street View.
Em um uso rápido, o sistema de tradução, que foi demonstrado como um verdadeiro peixe Babel no lançamento, pareceu frustrante e não muito prático. A tradução é muito literal e, na maioria das vezes, há uma dificuldade muito grande em reconhecer o português.
O INFOlab teve acesso ao modelo com processador quad core e conectividade 4G. O teste completo, com a avaliação do nosso time será publicado na edição de Maio da Revista INFO, que chega às bancas no dia 2. Também faremos uma série de vídeos explorando cada um dos recursos inovadores do aparelho ao longo das próximas semanas.
Os dois modelos do Galaxy S4 foram lançados hoje em um evento da Samsung no Rio de Janeiro. O modelo quad core com conexão 4G será vendido por 2.499 reais, enquanto o octa core 3G custará 2.399 reais.
Durante o evento a Samsung também apresentou o Galaxy Mega, um aparelho com tela de 6,3 polegadas e configuração topo de linha, e o tablet Galaxy Note 8, com processador quad core. O grandalhão Mega será vendido a partir de julho por 1.999 reais, enquanto o Note 8 já estará disponível nas lojas por 1.599 reais.

Fonte: Info.

Projeto leva tablets para escolas municipais de SP.

Projeto desenvolvido por uma empresa paulistana aposta no uso da tecnologia para estimular o aprendizado de alunos do ensino infantil e fundamental em escolas da rede municipal no estado de São Paulo.
Atuando há mais de 7 anos com a Secretaria de Educação de Guaratinguetá, a empresa Planeta Educação estreou na última quinta-feira (25) mais uma etapa de seu programa educacional na região que leva tablets para as salas de aula.
Além da cidade de Guaratinguetá, projeto também já levou tablets para todas as escolas municipais do ensino infantil e fundamental dos municípios de Osasco e Taboão da Serra, ambas na região da Grande São Paulo.
Os alunos e professores das 44 escolas municipais de Guaratinguetá receberam modelos de dispositivos desenvolvidos em parceria com a Intel. Chamados de Classmate PC, os aparelhos, em formato de netbook, são conversíveis e se transformam em tablets com caneta stylus e tela sensível ao toque.
Os aparelhos têm acabamento emborrachado, suportam quedas de até 70 cm e resistem até 100 ml de água. E por terem uma estrutura mais reforçada, os alunos podem os utilizar em qualquer disciplina.
Cada turma usará os tablets semanalmente, em qualquer disciplina. Os alunos podem trabalhar em duplas ou grupos, dentro e fora do ambiente escolar e até mesmo em projetos multidisciplinares.
O objetivo principal do uso de tablets em salas de aula é possibilitar uma interatividade e colaboração entre alunos e professores, enriquecendo o sistema educacional.
“Os alunos podem levar os tablets ao visitar museus e anotar as informações, por exemplo. A produção desses conteúdos também possibilita ao professor criar aulas digitais com vídeos, imagens e podcasts”, afirma Ana Paula Paiva, orientadora de informática educacional da Planeta Educação.
A empresa acredita que o uso de tecnologias móveis trazem benefícios para o aprendizado, melhorando o processo de comunicação e socialização dos alunos e capacitando professores a desenvolver projetos diferenciados.
Para a especialista, os tablets são uma boa maneira de tornar os estudos mais atraentes, ou de simplesmente adaptá-los para a realidade em que as crianças vivem atualmente. “Os alunos não querem faltar nas aulas só para poder usar o tablet”, disse Ana Paula.
A empresa também afirma que a parceria com a Intel ajuda a disseminar os recursos e que o projeto é constantemente levado para as secretarias de educação. A Planeta Educação destaca que o uso da tecnologia levará os alunos a um mundo educacional com mais informações, oportunidades e criatividade.
“É a integração dessas novas tecnologias com os conteúdos acadêmicos que garante aos nossos estudantes o pleno desenvolvimento das habilidades e competências tão necessárias neste século XXI”, afirma Ana Paula.


Fonte: Info.

1 de mai. de 2013

Google Plus é a segunda maior rede social, com 359 milhões de usuários.

O Plus, a rede social do Google que não é o Orkut, aumentou em 33% a base de usuários ativos nos últimos nove meses e chegou a 359 milhões. A quantidade lhe garante a vice-liderança entre as plataformas, atrás apenas do Facebook.

A informação foi publicada esta semana no estudo Global Web Index, que comparou o primeiro trimestre do ano com os dois anteriores. Segundo a consultoria, o Twitter foi a rede que mais cresceu no período (44%), à frente do Facebook, cuja alta foi de 35%.

O "boom" das plataformas é creditado aos dispositivos móveis. Desde 2011, os acessos vindos de smartphones aumentaram 60%. Naturalmente, grande parte da audiência chega por meio de aparelhos que rodam iOS ou Android.

De acordo com o estudo, as rede sociais têm ganhado a adesão do público mais velho. A participacão de internautas entre 55 e 64 anos no Twitter subiu expressivos 79%; Facebook e Google Plus registraram, respectivamente, altas de 46% e 56% entre usuários que têm de 45 a 54 anos.

Fonte: Olhar Digital.