15 de jul. de 2013

Apple investiga morte de mulher que usava iPhone 5.

A Apple está investigando um acidente em que uma mulher chinesa foi morta por um choque elétrico ao atender uma chamada em seu iPhone 5 enquanto o aparelho estava sendo carregado, afirmou a empresa norte-americana de tecnologia nesta segunda-feira.
Na quinta-feira passada, Ma Ailun, mulher de 23 anos de idade da região ocidental de Xinjiang e aeromoça da China Southern Airlines, foi eletrocutada quando atendeu o celular que estava sendo carregado, afirmou a agência oficial de notícias Xinhua no domingo, citando a polícia.
 "Ficamos profundamente entristecidos ao saber desse trágico incidente e oferecemos nossas condolências à família Ma. Nós vamos investigar a fundo e cooperar com as autoridades neste assunto", disse a Apple em um email.
A Apple não quis comentar detalhes, como se era um fato isolado ou não.
A irmã de Ma tuítou no microblog Sina dizendo que Ma havia desmaiado e morrido depois de usar seu iPhone 5 que estava sendo carregado, incentivando os usuários a ter cuidado em uma mensagem que se tornou viral no site.
Em abril, a Apple pediu desculpas aos consumidores chineses e alterou políticas de garantia do iPhone no seu segundo maior mercado depois de o serviço de pós-venda ter sofrido críticas por mais de duas semanas pela mídia estatal.

Fonte: Info.

13 de jul. de 2013

América Latina terá rede social que critica e imita Facebook.

Uma nova rede social está sendo criada na Argentina com objetivo de fazer frente ao Facebook e se tornar a principal ferramenta de intereção social na América Latina.
O Facepopular, em que "face" não significa rosto, mas "Frente Alternativa Contra o Establishment", tem uma postura crítica em relação ao "establishment" Facebook, que lhe serviu de inspiração.
A rede social, que espera ser um competidor direto do Facebook, conta com servidores localizados na Argentina e seu lançamento, esta semana, coincide com os planos de criação da mega rede de fibra ótica que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), da qual o Brasil faz parte, está desenvolvendo para toda a região.
O Facepopular é o produto-estrela da Red Popular, grupo de mídia que reúne rádio, TV e sites na internet, cujo objetivo é servir de plataforma de integração tecnológica para os países da Unasul e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, Celac, da qual o Brasil também é membro.
E seus criadores são otimistas: esperam que o Facepopular se torne a rede social mais predominante na América Latina no prazo de um ano.

Emoperones em vez de Emoticons.

Em termos conceituais, o Facepopular tem muitas aplicações, opções e botões semelhantes ao Facebook. Mas há também diferenças. Em vez de emoticons (caracteres tipográficos que expressam emoções), há "EmoPerones" e seus usuários podem enviar uma "Evita", um "Perón" ou até um "Bolívar", em alusão aos ícones da política latino-americana.
Os hambúrgueres, por sua vez, serão substituídos por choripanes, sanduíches argentinos feitos com chouriço. Outra diferença em relação ao site é que o Facepopular não tem limite de amigos.
Também contará com um botão de "Não Curtir" e com uma seção denominada "O indesejável da semana". O Facepopular quer desbancar o Facebook, mas clonando suas ideias para adaptá-las a uma versão latino-americana.
Em sua declaração de princípios, seus idealizadores dizem que o objetivo do Facepopular é "gerar um canal de comunicação e interação comunitária sem as arbitrariedades e modelos de imposição de outras redes sociais desenhadas e operadas fora da América Latina por corporações multinacionais".
"É uma rede latino-americana, para hispanófonos, pensada e concebida segundo nossos próprios parâmetros e padrões", diz em sua página na web.

Condenações.

O tom embarca na onda de condenações que se espalhou pela região após a revelação do escândalo de espionagem dos Estados Unidos, que teriam espionado milhões de mensagens de e-mail em vários países, inclusive no Brasil.
"Esperamos superar a marca dos 100 mil usuários no final de semana", disse Pablo Lenz, um dos fundadores da rede social, em entrevista à televisão local. "Vamos incorporar um quarto servidor porque não vamos dar conta", acrescentou Lenz.
No entanto, no dia de seu lançamento, o Facepopular contava com 400 usuários, segundo informações publicadas nos meios de comunicação locais. E ao encerramento desta matéria, não era possível se increver na rede social.
Diante das várias semelhanças com o Facebook, que vão desde a tipografia até as mais variadas funções, a BBC Mundo contactou a rede social para saber sua opinião a respeito do lançamento do Facepopular e se haviam comentários sobre direitos autorais.
"Estamos analisando. Não temos comentários a fazer neste momento", respondeu à BBC Mundo Alberto Arébalos, chefe de comunicações para América Latina do Facebook por e-mail.

Fonte: BBC.

LinkedIn inaugura escritório próprio no Brasil.

O LinkedIn, maior rede profissional do mundo com mais de 225 milhões de usuários, inaugura oficialmente sua sede própria em São Paulo, pouco mais de um ano após sua chegada no País. Atualmente, são 13 milhões de brasileiros conectados à rede, o que posiciona o Brasil como terceiro maior mercado em números de usuários, atrás apenas de Estados Unidos e Índia.
“Com este novo ambiente de trabalho, poderemos integrar ainda mais nossa equipe e nossos clientes, ao mesmo tempo em que comporta os planos de crescimento da empresa no Brasil e na região”, explica o diretor-geral do LinkedIn no Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira.
O novo escritório marca também o início do Brasil como sede para a América Latina. As primeiras atividades começam pela área de Soluções de Marketing.
“O LinkedIn considera a América Latina uma região importante, de grande potencial, e quer atender de forma completa as necessidades das empresas locais. Agora, com uma equipe focada e uma sede estabelecida, será ainda mais fácil reforçar a presença do LinkedIn nesses países”, conclui o diretor-geral.

Fonte: Terra.

12 de jul. de 2013

Credor pede falência da Gradiente na Justiça.

Uma das credoras da IGB Eletronica, dona da marca Gradiente, abriu falência da companhia, segundo notícia divulgada no Portal InfoMoney, que teve acesso ao pedido. Segundo o site, a SportPro foi motivada a fazer o pedido por não concordar com a prorrogação do prazo para pagamento dos credores estabelecido pela Gradiente.
A empresa move dois processos contra a Gradiente pelo não pagamento de dívidas de 7,5 milhões de reais. O pedido aberto na Justiça requer ainda o arresto de bens, incluindo a marca iPhone, alvo de uma disputa pelo uso da marca no Brasil entre a Apple e a Gradiente. 
A credora expôs na petição que “se a recuperanda não conseguiu honrar com suas obrigações no prazo por ela mesmo estipulado e por ela mesmo já prorrogado duas vezes em seus adiamentos... é porque de fato não tem como e não terá condições de honrar seus compromissos devendo ser decretada sua falência”. 
No Brasil, a Gradiente obteve o reconhecimento de que é dona da marca "iPhone" e está em litígio com a Apple. Um dos trunfos da Gradiente é tentar obter dinheiro da Apple em troca de desistir da marca "iPhone".

Fonte: Info.

Twitter entrega à Justiça usuários racistas.

O Twitter anunciou nesta sexta-feira ter fornecido à Justiça francesa "dados que podem permitir a identificação de alguns autores" de mensagens antissemitas, denunciados à Justiça por uma associação de defesa dos direitos humanos.
A transmissão destes dados "põe fim ao litígio" com a União de Estudantes Judeus da França (UEJF) e quatro outras associações-- J'accuse (Ação Internacional pela Justiça), SOS Racismo, Movimento contra o Racismo e Amizade entre os Povos (Mrap) e a Liga Internacional contra o Racismo e o Antissemitismo (Licra).

As partes "concordaram em seguir colaborando ativamente para lutar contra o racismo e o antissemitismo respeitando suas respectivas legislações nacionais", acrescenta o Twitter em seu comunicado.
Esta colaboração tem por objetivo adotar "medidas para melhorar o acesso ao procedimento de notificação dos tuítes ilícitos", acrescenta o grupo. Após a divulgação de tuítes com as hashtags #unbonjuif (#umbomjudeu) e #unjuifmort (#umjudeumorto) em outubro de 2012, as cinco associações apresentaram uma queixa contra o Twitter.
A UEJF havia anunciado em março passado que apresentava uma demanda contra o Twitter e seu presidente Dick Costolo por não ter respondido à solicitação da justiça francesa de identificar os autores dos tuítes antissemitas.
Para a Promotoria de Paris, que abriu uma investigação sobre esses tuítes antissemitas, a decisão do Twitter possibilita a "identificação" e a "busca" dos autores dessas mensagens.
"A mudança de posicionamento do Twitter significa no futuro a possibilidade de concluir outras investigações e de lutar de forma eficaz contra o racismo e todas as outras formas de discriminação", indicou a Promotoria à AFP.
"É importante porque é o fim da impunidade para as pessoas culpadas de infrações penais e que se refugiam por trás do anonimato ou do pseudo-anonimato", declarou a ministra. O avdogado da UEJF, Stéphane Lilti, explicou que acordo ocorreu em duas frentes: a primeira relativa à transmissão de dados, que já tem sido executada, e uma segunda sobre a modificação da interface para permitir relatar os tuítes tendenciosos. 
A UEJF também protesta contra a recusa do Twitter em desenvolver uma plataforma que permita aos usuários relatar mensagens ilegais, como é o caso em outras redes sociais. "As funcionalidades precisam ser melhoradas, é um trabalho que, acredito, deverá ser feito nas próximas semanas", disse Pellerin. No final de janeiro, o Tribunal de Grande Instância (TGI) de Paris ordenou que o site fornecesse informações para "identificar qualquer pessoa que tenha contribuído para a criação de tuítes claramente ilícitos".
A decisão deveria ser aplicada, apesar da intenção do Twitter de apelar.
Por não cumprir essa decisão, a rede social e seu presidente, Dick Costolo, foram acusados criminalmente em março pela UEJF, que exigiu uma indenização de 38,5 milhões de euros que seriam doados ao Memorial do Holocausto.
Em um último episódio do caso, o Tribunal de Apelação constatou em junho que o Twitter não tinha fornecido os dados solicitados, nem justificação para essa atitude. Ele indeferiu a apelação. Novamente criticado após o ressurgimento de tuítes homofóbicos durante o debate sobre o casamento gay na França, o Twitter fez outras concessões sob a pressão de associações.
Assim, a SOS Homofobia dispõe há alguns meses de uma conta no Twitter "especial" que lhe permite identificar rapidamente hashtags homofóbicas.

Fonte: Info.