5 de abr. de 2013

Estilo Google de gestão veio para ficar, diz David Ulrich.

O mundo corporativo vive um momento de transição na forma de administração da força de trabalho. O estilo moderninho de gestão de pessoas, praticado primeiramente pelas empresas de tecnologia, como o Google, não é apenas uma moda. Para David Ulrich, professor de Gestão na Ross School of Busines, da Universidade de Michigan, essa transição não tem volta.
A base de todo esse movimento estaria na incorporação definitiva da tecnologia na mão-de-obra e na rotina de trabalho. “A tecnologia e a mobilidade estão no centro das adaptações que as empresas precisam fazer para se adequar ao mercado de trabalho”, afirma o professor, considerado a maior autoridade em gestão-de-pessoas do mundo.
Em visita a São Paulo para o Fórum HSM - Gestão e Liderança, o especialista mencionou uma realidade bastante comum aos habitantes de grandes metrópoles. “Há seis anos venho aqui e enfrento grandes congestionamentos. Penso no quanto de produtividade perde-se aqui enquanto essas pessoas poderiam estar trabalhando em suas casas”, afirma. “A tecnologia mudou também a localidade do trabalho.”
Outro ponto fundamental está no balanço entre vida pessoal e profissional – e quem vem liderando esse movimento é o público mais jovem, ou a polêmica Geração Y. “O trabalho não dá sentido à vida dos jovens, é apenas mais uma das faces deles. Os mais jovens pensam e vivem diferente”, afirma.

Variedade - Embora o apelo desses elementos seja universal, Ulrich faz questão de lembrar que “nenhuma ferramenta funciona em todos os lugares”.
Da mesma forma, as políticas de recursos humanos tendem a ser cada vez menos generalistas. “Os times de melhores performances apresentam uma grande diversidade de práticas”, diz.
No entanto, os valores e a cultura da empresa devem permear toda a equipe - e devem sim ser critérios eliminatórios na escolha dos candidatos, mesmo em momentos de escassez de talentos. “É possível ensinar processos e técnicas, mas valores e cultura devem vir com a pessoa”, afirma.
No mesmo sentido, Ulrich entende que as habilidades de liderança devem vir com os profissionais. “Todo líder pode conduzir qualquer companhia, desde que aprenda um mínimo de habilidades técnicas”, afirma.

Fonte: Info.

4 de abr. de 2013

Conheça o 'Facebook Phone'.

Os rumores estavam quase corretos: o Facebook agora tem seu próprio telefone, mas não se trata de um aparelho construído pela companhia. Mark Zuckerberg sequer quis desenvolver um sistema operacional inteiro dedicado a seu serviço. "Hoje nós vamos falar sobre aquele 'Facebook Phone'", brincou ele ao começar a apresentação desta quinta-feira, 4.

O "Home", anunciado hoje pelo CEO, é uma versão customizada do Android que transforma o celular em algo mais focado no Facebook do que no restante das atribuições do aparelho - incluindo ligações e mensagens.

O produto, na verdade, não está muito longe do que já fazem Samsung, LG, HTC e outras fabricantes de smartphones, uma vez que cada uma aplica suas próprias modificações ao sistema operacional do Google. A diferença é que o Facebook construiu um aplicativo para modificar tudo, trabalhando a partir da tela inicial.
Adam Mosseri, diretor de produtos do Facebook, fez algumas demonstrações sobre a novidade. Se aparecerem notificações de amigos, você pode interagir com eles tocando sobre a mensagem ou ignorar deslizando a notificação para o lado. Há uma "cover feed", que faz as histórias do feed de notícias passarem sem parar na tela; se quiser saber mais, basta clicar sobre algo.

Aproveitando recursos do Instagram, comprado pelo Facebook, o Home permite que você "curta" fotos apenas tocando duas vezes sobre ela. Para ver os comentários, basta tocar uma vez e, se quiser comentar também, é só deslizar o dedo para baixo.



No chat, a foto da pessoa surge na tela com o início do texto e, caso você queira conversar, basta tocar nela. A foto também mostra a quantidade de mensagens não lidas. Para voltar ao conteúdo anterior, é só tocar novamente na imagem do amigo e sair do chat.

Se quiser ver o telefone que há por trás de todo esse Facebook, o usuário precisa ir até o aplicativo "launcher" e, lá, encontrará todos os outros apps.


Como obter
É bem simples instalar a novidade: basta procurar por "Facebook Home" na Google Play e baixá-lo, mas ele só estará disponível a partir de 12 de abril. A configuração é automática e você só precisa escolher se deseja que o Home se transforme no padrão do Android.

Por enquanto, apenas os HTC One X e One X+ e os Samsung Galaxy S III e Note II são compatíveis. O Home também funcionará nos próximos One e no Galaxy S4 e em aparelhos que entrarem no Facebook Home Program.

Ainda não há versão para tablets e o Facebook pretende atualizar o Home mensalmente. "Esta é a melhor versão do Facebook que existe", comentou Zuckerberg.

 

O smartphone
Outra parte dos rumores que estava correta é a que trata de um aparelho, mesmo, físico. O HTC First é o primeiro smartphone a vir com o Facebook Home pré-instalado. Ele não é azul, como a rede social, mas sim de uma cor vermelho alaranjado.

Ele sairá no mesmo dia do aplicativo, por US$ 99. "Você pode fazer o download do Facebook Home a partir de 12 de abril na Google Play ou comprar o HTC", disse Zuckerberg.

Fonte: Info.

Nova sede da Apple custará US$ 5 bilhões.

A nova sede da Apple, cujo projeto traz um prédio em formato de espaçonave, pode trazer mais problemas financeiros para a empresa.
Segundo o site Bloomberg, o investimento no novo prédio na cidade de Cupertino, na Califórnia, teve seu orçamento modificado aumentando de US$ 3 bilhões para US$ 5 bilhões.
De acordo com as informações, o custo da nova sede irá exceder projetos como as novas torres do World Trade Center, em Nova York, e chega a ser três vezes mais caro do que prédios comerciais topo de linha no centro da cidade de Cupertino.
A Apple já retardou o início das obras, pois ainda verifica com o arquiteto responsável pelo projeto um corte de US$ 1 bilhão nos custos, que já teriam excedido às previsões da empresa.
A Apple começou a detalhar o projeto da nova sede em 2011, mas atrasos levaram a empresa a adiar o início das obras para 2014. A empresa pretende assim iniciar a mudança dos funcionários a partir de 2015, mas isto também deverá atrasar para 2016. 
A nova sede da Apple foi desenhada como um enorme círculo contendo quatro andares em uma área total de 260.128,512 m². A empresa espera que mais de 14 mil pessoas trabalhem no campus - cerca de 4 mil funcionários a mais do que na atual sede.

Fonte: Bloomberg.

3 de abr. de 2013

Intel compra startup e investe em software no Brasil.

A Intel anunciou nesta quarta-feira a compra de sua primeira empresa no Brasil. A maior fabricante de microprocessadores do mundo adquiriu a Profusion, startup com foco na linguagem de marcação HTML5 que será a base do novo foco de investimentos da companhia no país.
“Começamos a desenvolver no Brasil tecnologia que terá impacto mundial”, disse Nuno Simões, diretor da área de software da Intel no país. Há um ano, a área contava com apenas dois funcionários. Hoje, são 46, incluindo os 23 da Profusion. Até 2015 serão 80 pessoas dedicadas ao desenvolvimento de software. “O país se tornou um dos quatro maiores mercados do mundo de computadores”, diz Simões.
E se as máquinas vêm equipadas com os processadores da Intel, é natural que a empresa dê atenção a setores que possam impactar as vendas. “A adoção de novas tecnologias pelo público depende de software”, afirma.
Em outras palavras, não adianta uma máquina poderosa com oito núcleos se os programas não forem criados para rodar em paralelo e continuarem aproveitando apenas um processador. O mesmo raciocínio de adaptação a novas tecnologias vale para linguagens (HTML5) e jeitos de interagir com equipamentos, como telas touchscreen e sensores de movimento, por exemplo. Nada disso trará uma boa experiência ao usuário de os programas não forem criados para explorar todo o seu potencial.
É nesse cenário que entra a Profusion. A empresa de Campinas, no interior de São Paulo, tem foco em interface com usuário e HTML5. Ela foi descoberta pelo grupo Open Source da Intel nos Estados Unidos devido ao seu envolvimento na comunidade da linguagem de programação. Agora, todos os funcionários incorporados à Intel trabalharão conectados ao centro de desenvolvimento mundial, onde a empresa colabora com nomes como Google e Apple. “Devemos expandir em Campinas, até mesmo por uma questão física do escritório em São Paulo”, diz Nuno Simões.
A área de software da Intel no Brasil gerencia o relacionamento com desenvolvedores, coordena lançamento de novos produtos e, mais recentemente, está ligada aos planos do Ministério da Ciência e Tecnologia de desenvolver soluções tecnológicas nas áreas de transporte, educação e energia. No mês passado, a fabricante anunciou que vai investir R$ 300 milhões até 2014 em projetos nesses segmentos com empresas e universidades.

Fonte: Info.

Disney fecha estúdio LucasArts.

A Disney anunciou nesta quarta-feira (3) que encerrou as atividades de desenvolvimento de games da LucasArts - consequentemente cancelando os jogos Star Wars 1313 e Star Wars: First Assault.
Um comunicado foi enviado ao site Game Informer confirmando que a Disney, que comprou a LucasArts no ano passado, passará a utilizar a desenvolvedora apenas para licenciamento de conteúdos. Todos os empregados da LucasArts foram demitidos.
"Após avaliar nossa posição no mercado de jogos, nós decidimos mudar o modelo da LucasArts de desenvolvimento interno para licenciamento, minimizando os riscos da companhia", disse o comunicado. "Como resultado dessa mudança, tivemos demissões na organização. Nós somos incrivelmente agradecidos e orgulhosos de nossos times talentosos que estiveram desenvolvendo esses novos títulos."

Significado - Os games de Star Wars não vão parar de ser feitos - mas eles não serão mais de autoria da LucasArts. A Disney ainda não esclareceu se outro estúdio poderá aproveitar o que já foi feito de Star Wars 1313.
Atualmente, a Disney passa por uma reformulação em sua área de games, após verificar prejuízo no setor. Um dos estúdios que foram afetados diretamente pela crise foi o Junction Point, de Warren Spector, que criou os jogos da franquia Epic Mickey. Além do fechamento de estúdios, todo o ramo tem sofrido com demissões de equipes.
Ainda assim, o movimento indica mais uma mudança de rumos do que um distanciamento da área. A maior promessa atual da empresa é o jogo Disney Infinity, que unirá personagens da Pixar e de outras franquias da Disney em um modelo parecido com o de Skylanders - misturando o game com miniaturas colecionáveis.
Embora o lançamento seja multiplataforma, o CEO da Disney, Robert Iger, indicou que jogos sociais e para dispositivos móveis serão o foco daqui para frente e não mais os consoles.

Adventure - Além dos jogos de Star Wars, a LucasArts tem fama por ter gerado a "era de ouro" dos adventures, com títulos para PC como Maniac Mansion, The Secret of Monkey Island, Day of the Tentacle, Full Throttle, Grim Fandango, entre outros.
Alguns autores desses títulos, como Ron Gilbert e Tim Schafer, já tinham demonstrado receio quanto ao futuro desses jogos na época da compra pela Disney, lamentando que não teriam mais poder sobre eles. Se o futuro de Star Wars nos games está incerto, o desses adventures, infelizmente, está mais obscuro ainda.



Fonte: Info.